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O céu (não) é o limite | Cometa mergulha no Sol, rodas do Curiosity e mais

·5 minuto de leitura

Mais um sábado chegou e, com ele, chega também o "resumão" que o Canaltech prepara com as notícias espaciais mais importantes da última semana. Hoje, falamos sobre um cometa "kamikaze" mergulhando no Sol, perigo iminente nas rodas do rover Curiosity em Marte, mais descobertas incríveis feitas pela Voyager 1, e muito mais.

Vamos lá?

Cometa mergulha no Sol e é reduzido a átomos

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Um cometa do tipo Kreutz sungrazer estava em órbita ao redor do Sol, quando acabou sendo engolido pela nossa estrela — e tudo foi registrado pelo Observatório Solar e Heliosférico (SOHO), da NASA. É comum que esse tipo de cometa faça voos "rasantes" na órbita do Sol, e isso significa que muitos acabam ficando próximos demais da estrela, sendo capturados pela gravidade solar.

Saiba mais sobre esse evento; clique aqui.

Curiosity talvez "rasgue" suas rodas para proteger componentes

À esquerda, a estrutura de uma roda nova e, à direita, foto de uma das rodas do Curiosity tirada em 4 de abril de 2021 (Imagem: Reprodução/JPL, NASA/JPL-Caltech/MSSS)
À esquerda, a estrutura de uma roda nova e, à direita, foto de uma das rodas do Curiosity tirada em 4 de abril de 2021 (Imagem: Reprodução/JPL, NASA/JPL-Caltech/MSSS)

Explorando Marte desde 2012, o rover Curiosity já apresenta sinais nítidos de desgaste — em especial, em suas rodas. Elementos estruturais que unem as todas já se quebraram e, agora, cientistas da NASA já pensaram em um plano de ação para quando o desgaste chegar a um nível crítico.

A solução será contar com alguma pedra afiada capaz de destruir as rodas de uma vez por todas, o que não impedirá o rover de continuar se locomovendo, já que as rodas continuam funcionais mesmo se a maior parte da camada externa do revestimento for perdida. A equipe considera tomar essa providência drástica apenas se necessário, e a previsão é de que isso possa acontecer somente em 2034.

Entenda como será o processo de destruir as rodas do Curiosity; clique aqui.

Voyager 1 revela "zumbido" do plasma interestelar

Posição das sondas Voyager 1 e Voyager 2 fora da heliosfera, em pontos diferentes (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)
Posição das sondas Voyager 1 e Voyager 2 fora da heliosfera, em pontos diferentes (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)

No espaço interestelar, onde a Voyager 1 está no momento, há a presença de plasma — e é neste plasma que a sonda vem "nadando". E, mesmo 44 anos após seu lançamento, a Voyager 1 segue nos proporcionado descobertas. Desta vez, ela conseguiu detectar o "zumbido" constante desse plasma, enviando esses sinais à Terra.

Com esses dados em mãos, os cientistas podem entender melhor o que acontece no meio interestelar, e como as partículas que estão ali interagem com o vento solar e com a bolha protetora da heliosfera.

Mais informações sobre isso você encontra aqui.

Observando uma estrela "espaguetificada" pela 1ª vez

Conceito de um buraco negro e uma estrela capturada pela gravidade em processo de espaguetificação (Imagem: Reprodução/DESY Science Communication Lab)
Conceito de um buraco negro e uma estrela capturada pela gravidade em processo de espaguetificação (Imagem: Reprodução/DESY Science Communication Lab)

De acordo com a teoria, as forças extremas de um buraco negro puxariam um objeto próximo com tanta intensidade que ele passaria pelo processo chamado de espaguetificação — o objeto é esticado como um espaguete, sendo dilacerado antes de ser "devorado". Agora, cientistas conseguiram testemunhar este evento pela primeira vez.

Entenda melhor essa história clicando aqui.

Chuva de meteoros inédita cairá na Terra

(Imagem: Reprodução/Bionick1234/Envato)
(Imagem: Reprodução/Bionick1234/Envato)

No segundo semestre deste ano, uma chuva de meteoros inédita cairá na Terra — mas será difícil observá-la. A data em que isso acontecerá não está confirmada, mas estima-se que isso aconteça a partir do final de setembro, com pico no dia 7 de outubro. Essa chuva é resultado de detritos do cometa 15P/Finlay e não se repetirá tão cedo. Na verdade, talvez ela nunca mais aconteça.

Habitantes do extremo sul da América podem ter mais chances de observar algumas dessas "estrelas cadentes", mas sem garantias. É que os detritos do cometa Finlay são muito pequenos, mais parecidos com partículas de poeira do que com rochas. Então, acabam sendo suficientes para deixar rastros na atmosfera durante a entrada, mas esses rastros são muito discretos — ou seja, será preciso contar com instrumentos específicos de observação do céu para ver alguma coisa com mais nitidez.

Aqui, você encontra mais informações sobre essa nova chuva de meteoros.

Nova fase do Ingenuity segue sendo um sucesso

O quinto voo do Ingenuity registrado pela câmera do rover Perseverance (Imagem: Reprodução/NASA-JPL-Caltech)
O quinto voo do Ingenuity registrado pela câmera do rover Perseverance (Imagem: Reprodução/NASA-JPL-Caltech)

Em seu quinto voo por Marte, o helicóptero Ingenuity não apenas voou por mais tempo, como também, pela primeira vez, pousou em um lugar diferente de onde estava. Nos voos anteriores, ele voou e retornou ao ponto de origem.

Desta vez, a aeronave protagonizou um voo de 108 segundos e pousou em um local a cerca de 129 metros ao sul. Esse é o início da nova fase de sua missão, que segue demonstrando a capacidade tecnológica de se voar em outro planeta.

Aqui, você encontra mais informações e imagens do 5º voo do Ingenuity.

Sonda OSIRIS-REx já está voltando para a Terra

Concepção artítisca da sonda OSIRIS-REx, próxima da Terra (Imagem: Reprodução/NASA/GSFC/UA)
Concepção artítisca da sonda OSIRIS-REx, próxima da Terra (Imagem: Reprodução/NASA/GSFC/UA)

Após coletar amostras da superfície do asteroide Bennu, a sonda OSIRIS-REx agora está voltando para casa. Essa viagem deverá durar dois anos e, quando a sonda chegar ao nosso planeta, ela permanecerá em órbita, liberando a cápsula com as amostras em seu interior para reentrar na atmosfera terrestre. Tudo isso deve acontecer no final de setembro de 2023, e a cápsula deve cair no deserto de Utah, nos Estados Unidos, sendo então recuperada pela equipe da NASA. Com as amostras em mãos, cientistas poderão analisar a composição química do objeto e tentar desvendar ainda mais mistérios sobre a formação do Sistema Solar.

Enquanto acionava seus motores para deixar a órbita de Bennu, a OSIRIS-REx aproveitou para tirar uma última foto do asteroide, que você confere abaixo:

(Imagem: Reprodução/NASA/Goddard/University of Arizona; Writer Daniel Stolte, University of Arizona)
(Imagem: Reprodução/NASA/Goddard/University of Arizona; Writer Daniel Stolte, University of Arizona)

Saiba mais sobre o retorno da missão; clique aqui.

Leia também:

Fonte: Canaltech

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