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O céu não é o limite! | Universo em 2022, cometa raro, opala em Marte e +

Na primeira semana de 2023, as notícias sobre o cometa C/2022 E3 (ZTF) animaram os astrônomos... do hemisfério Norte. Pois é, infelizmente aqui, no hemisfério Sul, não poderemos observar a passagem rara do objeto que pode nunca mais se aproximar da Terra.

A exploração espacial também foi destaque, com os planos da China para conquistar um pedacinho da Lua para chamar de seu e a descoberta de opalas preciosas em Marte. Confira essas e outras notícias abaixo.

Mudanças no universo em 2022

(Imagem: Reprodução/twenty20photos/Envato)
(Imagem: Reprodução/twenty20photos/Envato)

Em 2022, o universo passou por mudanças muito pequenas para as escalas astronômicas, mas impressionantes para nós, meros mortais. Por exemplo, nosso Sol perdeu cerca de 1017 quilos de massa devido a reações nucleares internas. É pouquíssimo para nossa estrela, mas resulta no afastamento lento da Terra em relação ao Sol.

Durante o período de 12 meses, o Sol também se torna mais quente e 0,0000005% mais luminoso. Além disso, cerca de 5 novas estrelas de baixa massa se formam na Via Láctea e 50 milhões de supernovas explodem pelo universo. Há muitas outras curiosidades que você confere no link abaixo.

Três dimensões de tempo para superar velocidade da luz

A velocidade da luz é insuperável, mas há cientistas que questionam isso (Imagem: Reprodução/Jaime Orejuela/Pixabay)
A velocidade da luz é insuperável, mas há cientistas que questionam isso (Imagem: Reprodução/Jaime Orejuela/Pixabay)

Um novo estudo trabalhou com a possibilidade de algo viajar mais rápido que a luz (como as partículas hipotéticas chamadas táquions, por exemplo) e chegaram a algumas conclusões fascinantes sobre uma possível nova teoria do espaço-tempo.

Essa teoria não viria para substituir as ideias de Albert Einstein, mas completá-la, usando a noção de que viajar mais rápido que a luz revelaria um universo completamente diferente, com uma dimensão espacial e três dimensões temporais. Viajando a velocidades superluminais, poderíamos as partículas ao redor viajando simultaneamente por vários caminhos.

  • Leia a notícia completa em: Velocidade da luz poderia ser superada com três dimensões de tempo

Cometa volta à Terra após 50 mil anos

C/2022 E3 (ZTF) fotografado em 2 de janeiro de 2023 (Imagem: Reprodução/Stuart Atkinson/SkyatNight)
C/2022 E3 (ZTF) fotografado em 2 de janeiro de 2023 (Imagem: Reprodução/Stuart Atkinson/SkyatNight)

A última vez que o cometa acima se aproximou do Sol, passando perto da Terra, foi quando a humanidade fazia seus primeiros assentamentos habitacionais. O objeto, que vem da distante e misteriosa Nuvem de Oort, talvez nunca mais retorne para nossas redondezas.

Em fevereiro de 2023, o C/2022 E3 (ZTF) estará o mais próximo possível da Terra, a cerca de 43 milhões de km de distância. Não poderemos observá-lo no hemisfério Sul e os habitantes do Norte precisarão de um par de binóculos ou telescópios domésticos para encontrá-lo.

Cientistas encontram opala preciosa em Marte

Fraturas cortam o leito rochoso de um antigo lago e estendem-se para a subsuperfície. As rochas ricas em opala foram encontradas em formações fissuradas como esta (Imagem: Reprodução/Malin Space Science Systems/NASA/JPL-Caltech)
Fraturas cortam o leito rochoso de um antigo lago e estendem-se para a subsuperfície. As rochas ricas em opala foram encontradas em formações fissuradas como esta (Imagem: Reprodução/Malin Space Science Systems/NASA/JPL-Caltech)

O rover Curiosity encontrou fraturas no leito de um antigo lago marciano, onde existiu água líquida há bilhões de anos. Nessas fissuras, as rochas parecem ser ricas em opala precioso, formada pela interação entre rochas ricas em sílica e a água.

Segundo as estimativas da equipe que fez a descoberta, a água que ajudou a formar as opalas seria bem mais recente do que se acreditava ser a data em que os lagos marcianos secaram por completo. Em outras palavras, a água ainda existia na Cratera Gale (onde está o Curiosity) muito tempo depois que o lago supostamente deveria ter evaporado. Por consequência, a vida que talvez tenha se formado nesses lados poderia ter durado um pouco mais do que o previsto anteriormente.

Sonda Juno falha em Júpiter, mas passa bem

A sonda Juno realizava seu 47º sobrevoo por Júpiter antes de falhar no envio de dados (Imagem: Reprodução/NASA)
A sonda Juno realizava seu 47º sobrevoo por Júpiter antes de falhar no envio de dados (Imagem: Reprodução/NASA)

A sonda Juno falhou ao enviar dados de Júpiter e da lua Io enquanto fazia seu 47º sobrevoo pelo gigante gasoso. Os cientistas cogitam que o problema ocorreu devido às interações da nave com a radiação intensa na magnetosfera do planeta.

O acesso à memória do computador a bordo foi interrompido e os controladores da missão colocaram a Juno em modo de segurança. Quando o link com a nave foi recuperado, a NASA reiniciou o download dos dados, que, aparentemente, não foram perdidos durante a falha.

Outras matérias que valem a pena:

Fonte: Canaltech

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