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O céu não é o limite | Anel de Einstein, fotos do Sol, aurora boreal e mais!

Muitas novidades astronômicas movimentaram a última semana. De auroras boreais a eventos raros no universo, os cientistas anunciaram vários estudos. Entre os mais interessantes, está um exoplaneta possivelmente coberto por um oceano de água líquida.

Confira todos os destaques espaciais dos último sete dias logo abaixo:

O anel de Einstein mais perfeito já visto

O anel de Einstein é um efeito de lente gravitacional (Imagem: Reprodução/NASA/ESA/Spaceguy44)
O anel de Einstein é um efeito de lente gravitacional (Imagem: Reprodução/NASA/ESA/Spaceguy44)

O telescópio James Webb registrou o anel de Einstein mais completo já encontrado. Normalmente, os anéis fotografados são incompletos ou ligeiramente mais borrados em algumas partes.

Esse efeito é resultado de uma lente gravitacional, formada por uma galáxia massiva posicionada exatamente na frente de uma estrela ou galáxia mais distante. O alinhamento de ambos objetos com a Terra deve estar perfeito (ou quase perfeito).

Fotos do Sol feitas pelo maior telescópio solar do mundo

Foto da cromosfera, região intermediária da atmosfera do Sol, feita pelo telescópio Inouye (Imagem: Reprodução/NSO/AURA/NSF)
Foto da cromosfera, região intermediária da atmosfera do Sol, feita pelo telescópio Inouye (Imagem: Reprodução/NSO/AURA/NSF)

A equipe do Telescópio Solar Daniel K. Inouye, o maior do mundo em sua categoria, comemorou a inauguração e o término do ano de comissionamento, divulgando novas imagens do Sol com riqueza de detalhes.

Tiradas em 3 de junho, as fotos mostram uma região de "apenas" 82.500 quilômetros de diâmetro, uma pequena região de nossa estrela. Ainda assim, essa região é muito maior que a Terra.

Aurora boreal filmada por astronautas na ISS

Os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional filmaram a aurora boreal do último fim de semana. O vídeo em timelapse também inclui uma Lua nascendo por trás da curvatura de nosso planeta.

A aurora foi consequência de uma tempestade solar moderada que atingiu a Terra.

Superterra que pode ser coberta por água líquida

Conceito artístico de um exoplaneta (Imagem: Reprodução/NASA)
Conceito artístico de um exoplaneta (Imagem: Reprodução/NASA)

O exoplaneta TOI-1452b, localizado a 100 anos-luz de distância, pode ser um mundo oceânico. Aliás, os cientistas dizem que esta super-Terra pode conter muito mais água em estado líquido que o nosso planeta.

TOI-1452b tem cerca de 1,67 vezes o diâmetro da Terra e densidade semelhante. Segundo um novo artigo, a proporção de água por lá é bem maior que a nossa. Entretanto, ainda serão necessários novos estudos para uma conclusão definitiva.

Betelgeuse era amarelada 2 mil anos atrás

A gigante vermelha Betelgeuse já foi amarelada (Imagem: Reprodução/Adam Block/Steward Observatory)
A gigante vermelha Betelgeuse já foi amarelada (Imagem: Reprodução/Adam Block/Steward Observatory)

A supergigante vermelha Betelgeuse nem sempre foi dessa cor: há cerca de 2 mil anos, era uma estrela amarela-alaranjada. As mudanças de cor estão diretamente relacionadas às fases evolutivas de uma estrela.

Essa descoberta se deve a antigos relatos sobre a estrela, em especial um feito por Sima Qian, astrônomo da corte chinesa. Ele descreveu as cores das estrelas em meados de 100 a.C. e, entre eles, Betelgeuse foi descrita com uma cor entre Sirius e Bellatrix (azul-brancas) e Antares (vermelha).

Mutações em DNA de astronautas

DNA de 14 astronautas da NASA continha mutações significativas (Imagem: Reprodução/frender/envato)
DNA de 14 astronautas da NASA continha mutações significativas (Imagem: Reprodução/frender/envato)

Amostras de sangue de 14 astronautas da NASA, enviados ao espaço entre 1998 e 2001, apresentaram mudanças significativas no DNA. No entanto, essas mutações não significam necessariamente risco grave de doenças cardiovasculares ou câncer, embora as possibilidades existam.

O estudo ainda é inconclusivo, já que a quantidade de amostras foi pequena. Portanto, mais pesquisas são necessárias.

Mais de 6 mil meteoritos caem na Terra por ano

Muitos dos meteoros caem na Terra durante o dia e em regiões inabitadas (Imagem: Reprodução/OpenClipart-Vectors/Pixabay)
Muitos dos meteoros caem na Terra durante o dia e em regiões inabitadas (Imagem: Reprodução/OpenClipart-Vectors/Pixabay)

É impossível saber quantos meteoritos caem na Terra, já que muitos deles não podem ser detectados. Mas um astrônomo fez uma estimativa analisando dados da Sociedade Meteorítica coletados de 2007 a 2018. Ele afirma que cerca de 6.100 dessas pedrinhas caem todos os anos na Terra.

Como muitos deles não sobrevivem à travessia da atmosfera terrestre, o astrônomo calcula que somente 1.800 atingem o solo.

Artemis I pode ser lançada em 23 de setembro

Artemis I será lançada com o foguete Space Launch System (Imagem: Reprodução/NASA/Joel Kowsky)
Artemis I será lançada com o foguete Space Launch System (Imagem: Reprodução/NASA/Joel Kowsky)

Após as tentativas de lançamento da missão Artemis I em 29 de agosto e 3 de setembro, a NASA pretende decolar o foguete Space Launch System rumo à Lua no dia 23 de setembro.

Para tudo dar certo, a agência espacial terá que consertar o vazamento de hidrogênio líquido que ocorreu no dia 3, substituindo uma vedação de combustível do propulsor do SLS. Depois disso, a NASA fará testes por volta do dia 17, para garantir que o veículo está pronto para o lançamento.

Nave que vai se chocar contra asteroide faz foto do "alvo"

O asteroide Didymos em foto da DART (Imagem: Reprodução/NASA/JPL/DART Navigation Team)
O asteroide Didymos em foto da DART (Imagem: Reprodução/NASA/JPL/DART Navigation Team)

A sonda DART (Double Asteroid Redirection Test), da NASA, lançada para testar uma estratégia de defesa planetária, enviou sua primeira foto dos asteroides Didymos e Dimorphos, que sofrerão um impacto com a nave no fim de setembro. A imagem foi composta por mais de 240 capturas dos objetos.

Essa missão tem como objetivo testar se a nave consegue desviar asteroides em direção à Terra. Embora pareça uma tarefa simples, algumas condições são desconhecidas, por isso não há previsão 100% precisa do resultado final.

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Fonte: Canaltech

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