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O céu (não) é o limite | Tempestade solar, eclipse lunar, vídeo de OVNI e mais!

·6 minuto de leitura

Tempestades solares fortes chegando à Terra, problemas com o helicóptero Ingenuity em Marte, vídeo de OVNIs oficialmente reconhecido como autêntico pelo Pentágono... parece que a última semana foi recheada de complicações e assuntos polêmicos no noticiário espacial, mas também tivemos boas notícias e belos eventos astronômicos. O eclipse total da Lua, por exemplo coincidiu com a superlua, um fenômeno para lá de especial.

Essas e outras notícias você confere no nosso "resumão" de sábado! Bora lá?

Forte tempestade solar atinge a Terra

Uma erupção solar em comparação com o tamanho da Terra (Imagem: Reprodução/NASA/SDO)
Uma erupção solar em comparação com o tamanho da Terra (Imagem: Reprodução/NASA/SDO)

A tempestade solar mais forte dos últimos anos atingiu a Terra nesta semana. Não houve nenhum dano e nem sequer sentimos os efeitos dela, mas isso deixa bem claro um recado: o Sol está prestes a atingir o máximo de sua atividade solar. Isso significa que, se tivermos muito azar, tempestades solares muito maiores podem prejudicar nossos equipamentos eletrônicos, como satélites de comunicação. Isso não seria nada bom.

Felizmente, os pesquisadores estão redobrando os esforços na tarefa de entender melhor os mecanismos que levam às erupções solares, para então finalmente poderem prever quando elas acontecerão.

Entenda melhor essa história aqui

Eclipse lunar e superlua cheia

(Imagem: Reprodução/Garth Manthe/Unsplash)
(Imagem: Reprodução/Garth Manthe/Unsplash)

Nesta semana, tivemos o primeiro e único eclipse total deste ano. Ele aconteceu pouco antes do amanhecer da quarta-feira (26) e coincidiu com a superlua, nome popular para quando nosso satélite natural está no perigeu em sua fase cheia. Para muitos, a Lua apareceu avermelhada no céu, proporcionando um belo espetáculo.

Infelizmente, para os habitantes do hemisfério Sul, apenas alguns países do Norte tiveram o privilégio de acompanhar o eclipse total. Aqui, abaixo da linha do Equador, observamos um eclipse parcial, com metade do disco lunar coberto pela umbra, a sombra da Terra.

As melhores fotos do eclipse

Como o fenômeno começou quase às 6h da manhã, é compreensível que muitos não tenham acompanhado ao vivo. Mas a tecnologia está aí para nos ajudar, e isso também vale para as fotografias publicadas na internet logo após o evento. Houve também algumas transmissões ao vivo, e a ESA (Agência Espacial Europeia) transmitiu até mesmo um evento com cientistas para falar sobre o eclipse.

Entenda mais sobre o eclipse da superlua e confira as imagens mais legais do evento.

Pentágono confirma veracidade de filmagem de OVNI

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Um vídeo polêmico foi publicado nas redes sociais mostrando um objeto voador não identificado (OVNI) flutuando no mar e se movendo para os lados. A história é estranha, ainda mais depois que um representante do Pentágono confirmou que a filmagem é real, mas sem dar nenhuma oura informação. Assim, não sabemos exatamente quando e onde aquilo foi filmado.

De acordo com o indivíduo que publicou o vídeo, ele foi feito em 2019 pela Marinha dos Estados Unidos. Podemos notar também algumas vozes nas filmagens antes de o objeto se mover outra vez para desaparecer na água. Ao ser reconhecido pelo Pentágono, temos aqui um OVNI real, mas isso não nos diz nada sobre a natureza do objeto, exceto o que a própria palavra OVNI descreve: um objeto voador não identificado.

Saiba mais sobre o OVNI da Marinha dos EUA aqui.

Velocidade da luz é superada (de certa forma)

(Imagem: Domínio Público)
(Imagem: Domínio Público)

A velocidade da luz pode não ser constante quando ela encontra um meio no qual precisa atravessas, como um prisma transparente, a água, ou o plasma. Foi este último que os cientistas conseguiram usar como meio de propagação da luz para atingir uma velocidade supraluminal, ou seja, acima da velocidade da luz. Para isso, eles usaram as ondas eletromagnéticas de um feixe de laser.

Primeiro, a equipe produziu um plasma através de um feixe de laser polarizado que atingiu uma certa quantidade de hidrogênio-hélio. Em seguida, eles apontaram um segundo feixe para esse plasma. No trecho do percurso onde os caminhos dos dois feixes se cruzaram, o componente horizontal do segundo pulso de laser desacelerou em resposta a uma mudança no índice de refração do plasma. A luz de cada um dos feixes ficou com velocidades diferentes, e essa velocidade pode ser ajustada para atingir um pico supraluminal.

Para entender melhor esse experimento, clique aqui.

Esta mancha de Júpiter mudou no decorrer de 1 ano

(Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech/SwRI/MSSS/Kevin M. Gill)
(Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech/SwRI/MSSS/Kevin M. Gill)

Enquanto a sonda Juno realizava sua 33ª passagem bem próxima às nuvens de Júpiter, em 15 de abril deste ano, uma mudança em uma das mais recentes manchas descobertas do planeta foi notada. Até então, a Mancha de Clyde era uma formação oval, mas, agora, além de a estrutura ter se deslocado em relação ao ponto de quando foi descoberta, ela também ficou mais alongada.

Essa percepção ajuda os astrônomos a entender melhor a estrutura. Eles disseram que a mancha pode se tratar de uma coluna de nuvens expelindo material, bem acima das camadas superiores da atmosfera do planeta.

Confira mais sobre a Mancha de Clyde aqui.

Virgin Galactic faz seu primeiro voo tripulado

A Virgin Galactic, empresa que pretende atuar no turismo espacial levando passageiros civis a um passeio na órbita terrestre, realizou o primeiro voo tripulado da nave VSS Unity. É através dela que a companhia deverá levar seis pessoas, além de dois pilotos, para o "rolê" no espaço.

Este voo realizou uma série de testes e coletou dados que deverão ser analisados para o aprimoramento dos próximos voos da Virgin Galactic, sendo mais um passo à frente no objetivo de inaugurar o turismo espacial de uma vez por todas.

Confira detalhes deste voo.

O primeiro microssegundo após o Big Bang

O acelerador de partículas LHC (Imagem: Reprodução/Maximilien Brice/Cern)
O acelerador de partículas LHC (Imagem: Reprodução/Maximilien Brice/Cern)

Um experimento realizado no acelerador de partículas LHC conseguiu um grande avanço para um estudo realizado há pelo menos algumas décadas: a confirmação das hipóteses sobre os primeiros instantes do universo, 0,000001 segundo após o Big Bang.

Os pesquisadores observaram o comportamento do Plasma Quark-Gluon, que existia antes da matéria. Após a expansão do Big Bang, flutuações quânticas deram forma ao espaço e "separou" os quarks e glúons do plasma, e essas foram as partículas que se transformaram nos chamados hádrons. Estes foram os ingredientes para formar os primeiros núcleos atômicos do cosmos.

Entenda mais sobre o plasma primordial aqui.

Ingenuity apresenta anomalias, mas passa bem

(Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)
(Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)

O helicóptero Ingenuity realizou seu sexto voo em Marte para demonstrar mais algumas de suas capacidades, mas acabou sofrendo uma anomalia. Ele iria se mover em diferentes direções e tirar algumas fotos de Marte, quando alguma coisa afetou a estabilidade e a produção de imagens. Felizmente, ele pousou em segurança.

De acordo com os dados de telemetria, os primeiros 150 m do voo ocorreram sem problemas e, só no fim desse trajeto, o helicóptero começou a apresentar um movimento de oscilação que se manteve até o fim do voo. A câmera de navegação também encontrou alguns problemas e perdeu uma imagem, enquanto as outras fotos foram transmitidas com marcações de data e tempo incorretas.

Veja mais sobre os problemas do Ingenuity em Marte.

Leia também:

Fonte: Canaltech

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