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O céu não é o limite | Sistema solar, LHC bate recorde, foto do James Webb e+!

Nos preparativos para a primeira imagem científica do Telescópio Espacial James Webb, vimos uma foto de "teste" que já impressiona bastante. A expectativa é grande, mas outras notícias também empolgam bastante. Uma delas é a nova rodada de colisões do maior acelerador de partículas do mundo, prometendo novas grandes descobertas a caminho.

Confira esses e outros destaques da semana.

As órbitas dos planetas podem mudar... mas daqui a 100 mil anos ou mais

As órbitas dos planetas do Sistema Solar nem sempre foi as que conhecemos hoje (Imagem: Reprodução/Daniel Roberts/Pixabay)
As órbitas dos planetas do Sistema Solar nem sempre foi as que conhecemos hoje (Imagem: Reprodução/Daniel Roberts/Pixabay)

Assim como já aconteceu no passado, as órbitas dos planetas do Sistema Solar podem mudar daqui a alguns milhares de anos. De acordo com as simulações feitas em um novo estudo, os planetas provavelmente permanecerão estáveis por 100 mil anos, mas as coisas podem mudar no futuro.

Mas quando essas mudanças podem acontecer? Bem, isso é difícil de determinar, já que os cálculos ficam muito mais difíceis em períodos ainda mais distantes. Além disso, as simulações não consideram os milhares de asteroides e cometas no Sistema Solar, e eles, em conjunto, podem desempenhar algum papel nessa dança orbital.

LHC volta a funcionar, e com energia recorde

LHC é o maior acelerador de partículas do mundo (Imagem: Reprodução/Maximilien Brice/Cern)
LHC é o maior acelerador de partículas do mundo (Imagem: Reprodução/Maximilien Brice/Cern)

O Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), o maior e mais poderoso acelerador de partículas no mundo, voltou a funcionar após três anos de atualizações e manutenções. E já realizou colisões de prótons a 13,6 trilhões de eletronvolts!

Essa taxa de colisões representa um nível de energia sem precedentes. Os cientistas esperam anunciar muitas descobertas animadoras e já descrevem a nova rodada de experimentos como uma nova era de exploração no CERN (o laboratório dono de aceleradores como o LHC).

Até as imagens de teste do James Webb são impressionantes!

Foto capturada pelo sensor FGS, enquanto o instrumento NIRCam fotografava a estrela HD147980 (Imagem: Reprodução/NASA, CSA, and FGS team)
Foto capturada pelo sensor FGS, enquanto o instrumento NIRCam fotografava a estrela HD147980 (Imagem: Reprodução/NASA, CSA, and FGS team)

A imagem acima é apenas um teste dos instrumentos do telescópio James Webb, mas já causa muita expectativa quanto às imagens finais, que serão compartilhadas com o mundo na próxima semana. Essa foto foi composta por mais de 72 registros feitos ao longo de 32 horas de exposição, durante um “teste de rolagem”.

Embora não esteja perfeita, podemos observar a estrutura de muitas galáxias com bastante nitidez. A NASA promete a foto mais profunda do nosso universo já capturada quando os resultados finais forem divulgados na próxima terça-feira (12).

China pode "roubar" a Lua, segundo administrador da NASA. Será?

Lander da missão Chang'e 4 (Imagem: Reprodução/CNSA/CLEP/Doug Ellison)
Lander da missão Chang'e 4 (Imagem: Reprodução/CNSA/CLEP/Doug Ellison)

Bill Nelson, administrador da NASA, disse que a China pode "tomar" a Lua como parte de seu programa espacial militar. “Precisamos ter muita preocupação com a China pousando na Lua e dizendo: ‘agora é nossa, vocês ficam fora”, disse ele. Será que a afirmação tem algum fundamento?

De fato, a China tem um programa lunar bastante robusto, mas não parece mais ambicioso que as ideias da NASA. Ainda assim, Nelson questiona: "o que você acha que está acontecendo na estação espacial chinesa? Eles estão aprendendo a destruir os satélites dos outros". Em resposta, Zhao Lijian, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, disse que "A China se opõe firmemente a colocações tão irresponsáveis".

Como a NASA saberá se amostras trazidas de Marte serão seguras?

Conceito do lander da missão que transportaria um pequeno foguete para levar as amostras marcianas para o espaço (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)
Conceito do lander da missão que transportaria um pequeno foguete para levar as amostras marcianas para o espaço (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)

A NASA pretende trazer à Terra amostras do solo marciano, mas como ter certeza de que não há perigo de contaminação? De acordo com a agência, não é possível realizar testes eficazes nos laboratórios robóticos dos rovers como o Perseverance, tampouco na Estação Espacial Internacional. Por isso, a melhor maneira de fazer isso é em laboratórios na Terra.

Os cientistas tratarão as amostras como se realmente fossem perigosas, até se provar o contrário. Uma instalação será construída para conter o material até se ter certeza de que é seguro. Uma vez garantida a segurança, a NASA distribuirá porções para os melhores laboratórios ao redor do mundo. Mas isso só vai acontecer quando as amostras chegarem, na década de 2030.

Pedrada danifica sensor do Perseverance em Marte

Um dos anemômetros do MEDA, usado pelo Perseverance para medir velocidade e direção do vento em Marte. (Imagem: NASA/JPL-Caltech)
Um dos anemômetros do MEDA, usado pelo Perseverance para medir velocidade e direção do vento em Marte. (Imagem: NASA/JPL-Caltech)

Um dos sensores usado pelo Perseverance para medir a direção e velocidade do vento foi atingido e danificado por uma pedrinha carregada pelo vento. Foi um grande azar: a equipe da missão disse que nenhuma das missões anteriores apontavam chances de algo assim acontecer.

Além disso, é uma grande ironia o instrumento ser atingido justamente pelo seu objeto de estudo: o vento. A boa notícia é que o instrumento ainda pode continuar coletando os dados, mesmo com a capacidade reduzida.

Próximas missões da China buscarão por exoplanetas

Mais de 5 mil exoplanetas, mundos além do Sistema Solar, já foram detectados pela NASA e ESA (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)
Mais de 5 mil exoplanetas, mundos além do Sistema Solar, já foram detectados pela NASA e ESA (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)

A Academia Chinesa de Ciências (CAS) anunciou treze propostas selecionadas para suas futuras missões espaciais e duas delas incluem a busca e o estudo de exoplanetas. O país pretende estudar 100 estrelas similares ao Sol em um raio de 33 anos-luz de nós, além de procurar por exoplanetas com tamanho similar ao da Terra.

Essas pesquisas devem acontecer entre 2026 e 2030.

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Fonte: Canaltech

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