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O Brasil vai jogar? Público demonstra pouco interesse nos jogos da seleção

·2 minuto de leitura

Quinta-feira, 21h, a bola rolou no Nilton Santos para Brasil e Peru, partida da segunda rodada da Copa América. Apesar de apenas dois anos separarem a edição passada do torneio para a atual, a empolgação da torcida com a seleção brasileira não é a mesma. Pouco horas antes do início da partida, o entorno do estádio estava relativamente cheio, mas com pessoas fazendo suas atividades cotidianas, a maioria fazendo esportes. E não raras eram aquelas que sequer sabiam que em campo haveria jogo. De diferente para elas, apenas a grande quantidade de policiais no entorno do Nilton Santos, o que não é algo comum.

Até entre os funcionários contratados pela Conmebol havia dúvidas sobre quem jogaria. Um segurança confundiu o adversário do Brasil, o Peru, com o Paraguai. E se justificou após ser corrigido: “não ando acompanhando a seleção”.

Na última edição da Copa América, em 2019, que também aconteceu no Brasil, o clima era oposto. No segundo jogo do Brasil, que foi contra a Venezuela, quase 40 mil pessoas lotaram a Fonte Nova, que tem capacidade para 51 mil pessoas. Verdade que naquela época não existia pandemia e os estádios não estavam fechados ao público, o que conta a favor, mas as pessoas sabiam quando a seleção iria jogar e se interessavam em assistir.

Do lado de fora do estádio, o administrador Pedro Gomes, de 34 anos, contou que, para ele, acompanhar a seleção se tornou um tanto quanto chato. Sua avaliação é de que o Brasil joga basicamente as Eliminatórias e a Copa América, e acaba sempre repetindo os adversários. E que quando há amistosos, as partidas são com adversários desinteressantes.

— Os jogos são sempre os mesmos, ainda dá vontade de ver Brasil e Argentina, por exemplo, porque tem Neymar e Messi em campo, mas no geral as partidas ficaram repetitivas. Os amistosos então são sempre fora do Brasil e com adversários muito fracos. Não são jogos que despertam a vontade de assistir — contou.

Quem pensa parecido era o estudante Cláudio Dias, de 19 anos, que andava de skate no entorno do estádio. Para ele, é mais interessante acompanhar jogos do seu clube, Flamengo, do que os da seleção.

— As partidas da Libertadores pra mim são mais emocionantes do que a Copa América. O jogo de domingo, que foi a estreia do Brasil, eu não assisti. Estava vendo o Flamengo e esqueci — recordou.

O desinteresse pela partida não se resumia apenas aos dois. Nos bares, as televisões estavam ligadas em telejornais. Entre aqueles que usavam camisas de times, nenhuma era do Brasil. A falta de interesse também atingiu as redes. No Twitter, por exemplo, a seleção sequer foi esteve entre os 20 itens mais discutidos na plataforma no horário da partida.

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