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'O Brasil não pode tolerar gasolina a quase R$ 7', diz Lira

·1 minuto de leitura

BRASÍLIA – O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que vai debater com outros parlamentares alternativas para reduzir o preço dos combustíveis. A declaração ocorre um dia após o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, afirmar que a companhia não mudará sua política de preços.

A discussão entre os parlamentares será na quarta-feira, durante a reunião do Colégio de Líderes. “O fato é que o Brasil não pode tolerar gasolina a quase R$ 7 e o gás a R$ 120”, escreveu o presidente em seu Twitter.

Lira disse que a Câmara faz “seu dever de casa” para auxiliar o Brasil no processo de retomada da economia, respeitando limites fiscais e tendo responsabilidade em sinalizações ao mercado. Ainda assim, ele diz que o dólar segue em um patamar alto e que, junto da valorização do barril do petróleo, joga uma pressão no preço dos combustíveis que é insustentável.

“O diretor da Petrobras Cláudio Mastella diz que estuda com ‘carinho’ um aumento de preços diante desse cenário. Tenho certeza que ele é bem pago para buscar outras soluções que não o simples repasse frequente”, escreveu Lira.

Nesta terça-feira, após 85 dias com preços estáveis, a Petrobras anunciou reajuste no preço do diesel para as distribuidoras. O diesel acumula alta de 51% este ano.

O presidente Jair Bolsonaro apontou, na segunda-feira, que os combustíveis são um dos fatores que mais pressionam a inflação e culpou a política de preços da Petrobras por isso. No começo do ano, ele trocou a presidência da estatal como forma de tentar sanar a elevação dos preços.

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