Mercado abrirá em 9 h 14 min
  • BOVESPA

    125.052,78
    -1.094,22 (-0,87%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.268,45
    +27,95 (+0,06%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,68
    -0,39 (-0,54%)
     
  • OURO

    1.806,00
    +4,20 (+0,23%)
     
  • BTC-USD

    38.204,55
    +3.976,25 (+11,62%)
     
  • CMC Crypto 200

    912,76
    +119,03 (+15,00%)
     
  • S&P500

    4.411,79
    +44,31 (+1,01%)
     
  • DOW JONES

    35.061,55
    +238,15 (+0,68%)
     
  • FTSE

    7.027,58
    +59,28 (+0,85%)
     
  • HANG SENG

    26.586,59
    -735,39 (-2,69%)
     
  • NIKKEI

    27.931,78
    +383,78 (+1,39%)
     
  • NASDAQ

    15.087,50
    -10,50 (-0,07%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1233
    +0,0017 (+0,03%)
     

NY fecha acordo com três distribuidoras de opioides por US $ 1,18 bilhão

·2 minuto de leitura
Acordo

O estado de Nova York anunciou nesta terça-feira (20) um novo acordo amigável de US$ 1,18 bilhão com três grandes distribuidores de drogas dos Estados Unidos acusados de contribuir para a crise de opioides, um possível precedente para um acordo nacional ainda maior que seria anunciado esta semana.

O acordo foi anunciado pela procuradora-geral Letitia James com os distribuidores McKesson, Cardinal Health e Amerisource Bergen, e permite que eles se retirem do julgamento de que são alvo em Long Island.

O promotor já havia anunciado em junho um acordo com a Johnson & Johnson de 230 milhões de dólares que também permitia a esta empresa evitar um julgamento em Long Island.

Esses acordos podem se tornar a base para um compromisso nacional ainda maior em negociação desde outubro de 2019, que encerraria centenas de ações judiciais contra as três distribuidoras e a J&J iniciadas por vários estados em todo o país e comunidades locais.

Segundo fontes anônimas citadas pela imprensa americana, esse grande acordo nacional poderia chegar a 26 bilhões de dólares: as três distribuidoras desembolsariam US$ 21 bilhões em 18 anos e a J&J, US$ 5 bilhões em nove anos.

Seria a transação mais cara da história para a indústria farmacêutica. Mas, em sua maior parte, o investimento compensaria os enormes custos sociais da crise que afeta até os locais mais remotos dos Estados Unidos.

- Overdose -

Sem mencionar o valor, os advogados dos estados responsáveis pelas negociações confirmaram nesta terça-feira que um acordo nacional pode ser fechado.

"Estamos otimistas de que os termos de um acordo possam ser publicados nos próximos dias", disseram em comunicado.

A promoção agressiva de analgésicos altamente viciantes desde meados da década de 1990 é considerada por muitos como o gatilho para a crise de opioides, que levou a mais de 500.000 mortes por overdose nos últimos 20 anos nos Estados Unidos.

Todas as partes da rede de distribuição - grandes laboratórios como Purdue, J&J, Teva, Allergan ou Endo, os principais distribuidores, redes de farmácias e médicos - são alvos de ações judiciais, acusadas de banalizar medicamentos antes reservados ao tratamento de doenças mais graves.

À medida que se viciavam nesses opiáceos prescritos, muitos pacientes mais tarde começaram a usar poderosos derivados ilícitos, como heroína ou fentanil, a causa de muitas overdoses.

A epidemia piorou durante a pandemia de coronavírus: mais de 93.000 pessoas morreram de overdoses ligadas principalmente a opiáceos em 2020, de acordo com estatísticas divulgadas na última quarta-feira.

cat/lbc/lda/jc/mvv

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos