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Nvidia leva Ray Tracing e DLSS para processadores ARM e kernel Linux

·2 minuto de leitura

A Nvidia deu a sua primeira palinha do que pode ser a performance de processadores ARM em jogos com tecnologias das placas de vídeo Nvidia RTX. Uma gameplay de Wolfenstein: Youngblood e a demonstração batizada como The Bistro, ambientada em um restaurante francês, foram apresentadas durante a Game Developers Conference 2021 (GDC) para provar que os componentes focados em portáteis têm capacidade de rodar softwares com altíssima fidelidade gráfica.

A apresentação rodou em um computador equipado com processador ARM MediaTek Kompanio 1200, o topo de linha da marca que equipará Chromebooks, e uma GPU Nvidia GeForce RTX 3060. Nenhuma das demonstrações estará disponível para venda e distribuição pública, sendo apenas uma prova de que a plataforma portátil é, sim, capaz de reproduzir gráficos com fidelidade, mesmo que sejam compostos por uma estrutura diferente.

Lógico que boa parte do trabalho duro na renderização dos gráficos e no cálculo do traçado de raios em tempo real ficam para a RTX 3060, ainda assim, o processador assume o importante papel de levar as instruções ao componente e entregar tudo com estabilidade. Para ser possível, foi necessário expandir o suporte de tecnologias de ponta da Nvidia para suportar processadores ARM.

Foram cinco tecnologias RTX levadas para ao componente para portáteis e kernel Linux:

  • Deep Learning Super Sampling (DLSS): tecnologia que utiliza inteligência artificial para ampliar a resolução de imagens renderizadas originalmente em resolução inferior;

  • RTX Direct Illumination (RTXDI): que permite que desenvolvedores adicionem luzes dinâmicas nos ambientes virtuais;

  • RTX Global Illumination (RTXGI): capaz de calcular a rota dos raios luminosos que rebatem em superfícies;

  • RTX Real-Time Denoisers (NRD): uma biblioteca de denoising construída para aprimorar o cálculo de traçado de raios em tempo real, com uma baixa contagem de raios por pixel;

  • RTX Memory Utility (RTXMU): responsável por otimizar o gerenciamento de memória em aplicativos que usam memória gráfica.

Nas prévias, dá para ver que os recursos de iluminação foram amplamente aproveitados: as luzes dão maior volume para os cenários, garantem maior fidelidade nos reflexos e criam uma atmosfera mais imersiva. Na cena controlada The Bistro, os aspectos de Ray Tracing são elevados ao extremo, com cada luz emitindo sombras precisas quando rebatem em objetos (graças ao RTXDI), enquanto o NRD foi responsável pelo refinamento dos resultados.

Gráficos de altíssimo nível ainda precisam percorrer uma longa estrada até alcançarem os processadores ARM, mas esse dia está cada vez mais próximo. Embora sejam apenas demonstrações, a apresentação mostrou que, com as ferramentas certas, CPUs ARM entregam uma experiência equivalente aos componentes convencionais e sugerem que, no futuro, AMD e Intel podem não ser as únicas opções para equipar computadores para jogos.

Fonte: Canaltech

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