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Compra do primeiro imóvel é a mais baixa desde 1987

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De acordo com a previsão dos economistas, 2020 seria o ano dos millennials no mercado imobiliário. No entanto, com os preços dos imóveis nas alturas, o número de pessoas que compraram o primeiro imóvel foi, na verdade, menor que no ano passado.

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Apenas 31% das casas foram vendidas para compradores de primeira viagem este ano, em comparação com 33% no ano passado. De acordo com um novo estudo da National Association of Realtors (NAR), é o menor índice desde 1987.

“A acessibilidade econômica é uma restrição enorme, e a falta de ofertas dificulta a compra do primeiro imóvel”, explica Jessica Lautz, vice-presidente de informações demográficas e comportamentais da NAR, afirmando também que, independentemente da pandemia de coronavírus, as previsões de aumento foram exageradas devido à escassez de ofertas.

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O mercado imobiliário esteve aquecido no último semestre, em parte devido às baixas taxas de juros e à demanda reprimida, que atrasou a atividade tipicamente movimentada de compra de imóveis entre abril e junho. A demanda superou a oferta, e nesse cenário, os preços das casas atingiram um recorde de US$ 350 mil em média, de acordo com o Realtor.com, tornando a compra do primeiro imóvel impossível para muitas pessoas que procuram uma casa básica no valor de US$ 200 mil ou menos.

“As pessoas que conseguiram entrar no mercado nos últimos meses foram as que têm uma renda maior, com possibilidade de comprar uma casa mais cara. Essa tendência é muito forte, mas quem está à procura do primeiro imóvel por um preço acessível ficou de fora este ano”, conta Lautz.

Os compradores de primeiro imóvel representaram 36% das compras de casas em abril, antes que os preços começassem a subir. Os políticos propuseram uma série de créditos fiscais e incentivos financeiros para estimular a aquisição do primeiro imóvel em 2021. Em julho, o congressista Sean Maloney (NY) propôs a lei First Time Homebuyer Pandemic Savings, que permitiria aos compradores usar os fundos de aposentadoria na compra do primeiro imóvel. A lei proposta foi endossada pela National Association of Realtors, mas não foi aprovada pela Câmara dos Deputados dos EUA.

Impacto da pandemia na compra de imóveis

A pandemia teve dois efeitos econômicos: alguns compradores se beneficiaram, pois não perderam seus empregos, tiveram acesso a taxas de juros mais baixas e mais oportunidades de economizar. As pessoas que conseguiram comprar o primeiro imóvel em 2020 informaram uma renda média de US$ 80 mil durante o ano, acima dos US$ 79.400 do ano passado, de acordo com a NAR.

“O lockdown foi um ponto positivo para muitas pessoas que tiveram a sorte de manter seus empregos e economizar para dar a entrada em uma casa, um dos maiores obstáculos na compra de um imóvel. A combinação de juros baixos e a oportunidade de economizar está fazendo com que os millennials antecipem a compra de um imóvel”, explica Danielle Hale, economista-chefe da Realtor.com, em um comunicado.

No entanto, em média, os americanos que estão na faixa etária típica das pessoas que compram o primeiro imóvel (millennials) foram os mais atingidos durante a pandemia. De acordo com uma pesquisa recente da Transunion, 65% deles afirmam que sua renda familiar foi afetada, em comparação com 57% em média.

Sarah Paynter é repórter do Yahoo Finanças.

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