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Número de empregos criados em 2020 cai pela metade após revisão

·2 min de leitura
Brazil’s Economy Minster Paulo Guedes and Brazil's President Jair Bolsonaro attend the launch of the Green and Yellow program to create formal jobs for young people, at the Planalto Palace in Brasilia, Brazil November 11, 2019. REUTERS/Ueslei Marcelino
Brazil’s Economy Minster Paulo Guedes and Brazil's President Jair Bolsonaro attend the launch of the Green and Yellow program to create formal jobs for young people, at the Planalto Palace in Brasilia, Brazil November 11, 2019. REUTERS/Ueslei Marcelino
  • Número de vagas com carteira assinada em 2020 foi 46,8% inferior ao que governo informou;

  • Atualização no número do ano anterior foi feita pelo Caged;

  • Ministério do Trabalho alega diferenças por conta de declarações de empresas fora do prazo;

Novas atualizações dos levantamentos feitos pelo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), comprovaram que o número de vagas de trabalho com carteira assinada criadas em 2020 foi 46,82% inferior ao anunciado em janeiro pela equipe econômica do Governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), e pelo Ministro da Economia, Paulo Guedes, segundo levantamento feito pelo órgão e revelado pelo portal R7.

A atualização, que aconteceu das revisões apresentadas pelo Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), derruba de 142.690 para 75.883 o número de vagas formais abertas ao longo dos 12 meses do ano de 2020. Na época, o Ministro da Economia, Paulo Guedes, chegou a destacar o fato como "uma grande notícia", e atribuindo ao fato a criação do o Benefício Emergencial para Preservação do Emprego e da Renda (BEm), criado pelo governo federal durante a pandemia de covid-19.

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Não apenas os dados de vagas formais abertas foram revisados, como também o número de demissões, que acabou interferindo sobre as estatísticas de vagas formais. Foi registrado um 2,2% maior de demissões (de 15,023 milhões para 15,361 milhões) e apenas 1,8% superior de admissões (de 15.023.531 para 15.361.234) após a inclusão das revisões nos cálculos oficiais.

A maior discrepância registrada entre os dados divulgados pelo Caged na reportagem do R7 e posteriormente atualizados, de 177,2%, foi apurada em junho. No período, foi comunicado que o país havia cortado 10.984 postos formais de trabalho, mas, na verdade, a perda foi ainda maior, de 30.448 vagas. A principal diferença foi contabilizada em abril, quando ocorreram 963.703 demissões a mais do que contratações com carteira assinada, número que traz 103.200 mais perdas em relação aos 860.503 cortes inicialmente anunciados.

Questionado pelo portal R7, o Ministério do Trabalho e Previdência, pasta agora responsável pela divulgação dos dados do Caged, enviou comunicado afirmando que as diferenças levam em conta as declarações feitas pelas empresas fora do prazo, e que o processo pode reduzir ainda mais o saldo final de empregos criados no ano passado, e que até dezembro de 2021 podem ser incorporados dados que podem impactar o saldo de 2020, segundo destacou a nota enviada ao portal.

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