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Nubank pode entrar no mercado de telecomunicações, aponta documento

·2 min de leitura

O Nubank pode estar interessado no mercado de telecomunicações. A informação foi sugerida em um documento da própria empresa protocolado na Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC) na segunda-feira (1°), segundo o site Teletime. Este e outros setores foram citados pela fintech como parte do seu plano de expansão.

Diz o texto do Nubank ao SEC: "Acreditamos em uma oportunidade significativa de trazer os efeitos de nosso modelo para setores adjacentes, onde podemos causar disrupção em modelos legados e fornecer valor adicional a nossos clientes existentes e novos. Por exemplo, acreditamos que existem oportunidades semelhantes para simplificar a vida diária de nossos clientes ao 'disruptar' os modelos existentes em setores como comércio eletrônico, saúde e telecomunicações".

Em outro trecho, a empresa admite que seu modelo de negócios depende bastante das redes de telefonia, o que foi listado como um dos fatores de risco para a operação. Ou seja, a capacidade de expansão da fintech está diretamente ligada à maturidade da infraestrutura doméstica de telecomunicações.

Imagem: Divulgação/Nubank
Imagem: Divulgação/Nubank

"O crescimento é limitado por infraestrutura inadequada, incluindo potencial escassez de energia e deficiências nos setores de transporte, logística e telecomunicações, greves gerais, falta de mão de obra qualificada e falta de investimentos privados nessas áreas, o que limita a produtividade e a eficiência", declarou o banco digital.

O maior elo comercial do Nubank com o setor de telecom, até o momento, é permitir em seu aplicativo a realização de recargas para consumidores de telefonia pré-paga móvel. O banco digital também afirmou, no documento, ter alcançado uma base de 48,1 milhões de clientes no final do terceiro trimestre deste ano. Desses, 35,3 milhões são pessoas com movimentação ativa.

A Nu Holdings, que controla a empresa, criou na segunda-feira (1°) o NuSócios, que vai destinar entre R$ 185 milhões e R$ 225 milhões para a distribuição de Brazilian Depositary Receipts (BDRs) aos clientes. Os BDRs são certificados de ações emitidas no exterior. A fintech protocolou no final de setembro, na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e na B3, a Bolsa de Valores brasileira, pedidos para registro de IPO, ou oferta pública de ações. Ou seja, em breve qualquer um poderá se tornar acionista da empresa.

Fonte: Canaltech

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