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Novos suspeitos da execução de contraventor já foram acusados por outros homicídios, incluindo o de uma criança

Vera Araújo
·2 minuto de leitura

RIO — Além do policial militar Rodrigo Silva das Neves, a Delegacia de Homicídios (DH) da Capital descobriu que participaram da execução do contraventor Fernando Iggnácio de Miranda, o ex-PM Pedro Emanuel D’Onofre Andrade Silva Cordeiro e Ygor Rodrigues Santos da Cruz, o Farofa. A polícia pediu a prisão dos três suspeitos, que já são considerados foragidos da Justiça.

A polícia descobriu que o bando teria como área de atuação o bairro de Realengo, na Zona Oeste do Rio. Segundo a Polícia Militar, o ex-PM D'Onofre foi excluído da corporação por porte ilegal de arma, em junho de 2015, mas ele já era acusado de outros crimes, como homicídio. O ex-soldado foi acusado de matar o taxista Carlos Paredes Dias Neto, em 2015, após uma briga num pagode, em Realengo. Na época, D'Onofre tinha 23 anos e já respondia a três inquéritos internos da corporação, entre eles, um desacato a superior, em 2013. Mas o ex-PM foi absolvido pelo homicídio, depois de ter sido submetido a uma perícia que apontou ter psicose, apresentando delírios e alucinações.

Além de pertencer à milícia de Realengo, o outro acusado, Ygor da Cruz, é acusado de matar Kettelen Umbelino de Oliveira Gomes, de 5 anos, em novembro do ano passado, atingida durante tiroteio no bairro da Zona Oeste. Na mesma área, em fevereiro de 2018, o suspeito também teria participado de um ataque a um homem que recebia atendimento numa ambulância no Hospital Albert Schweitzer, de acordo com o RJTV2.

Quarto integrante ainda é um mistério

Ainda falta saber quem é o quarto integrante do bando, formado por assassinos de aluguel, que atua nos moldes do Escritório do Crime a serviço da contravenção. Segundo a polícia, o cabo das Neves tem fortes ligações com a contravenção. Ele aparece em fotos nos camarotes da Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel, cujo patrono é o bicheiro Rogério Andrade, rival de Iggnácio. Aos amigos, o PM teria dito que fazia a segurança da quadra. Os dois travavam uma disputa, há mais de 20 anos, pelo domínio de território na exploração de máquinas de caça-níqueis.

Para identificar três dos quatro criminosos que executaram o contraventor, no último dia 10, o titular da DH, Moysés Santana, percorreu 40 quilômetros do local do crime até Campo Grande, em busca de imagens de câmeras de segurança, tanto da prefeitura, quanto privadas. As buscas fizeram com que os investigadores chegassem a um condomínio, onde morava a namorada do cabo das Neves. Uma das imagens mostra uma cena dos quatro saindo do local rindo, sem demonstrar que haviam acabado de cometer um homicídio. Eles teriam ido esconder dois fuzis, um Fal e um AK-47, usados no crime.