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Novos pedidos de seguro-desemprego nos EUA no menor nível desde o início da crise

·2 minuto de leitura
Esta foto de arquivo de 4 de setembro de 2020 mostra uma construção em Miami, Flórida.

Os novos pedidos de seguro-desemprego, um indicador do nível dos desempregados nos Estados Unidos, caíram para um mínimo desde que a pandemia abalou o mercado de trabalho no ano passado, informou o governo nesta quinta-feira (15).

O Departamento do Trabalho informou que houve 576.000 pedidos na semana passada, muito abaixo das expectativas dos analistas, o que marca o nível mais baixo desde 14 de março de 2020, pouco antes da pandemia atingir a atividade comercial e provocar milhões de demissões.

Este nível representa uma queda de 193.000 em relação ao número da semana passada, que foi revisado para cima. Com esses dados, a média das últimas quatro semanas ficou em 683.000.

A consultora Oxford Economics afirmou que espera uma tendência de queda deste índice à medida que a economia ganha força.

"Estimamos que mais de seis milhões de empregos serão criados no decorrer de 2021", afirmou.

A empresa HFE afirmou que "esses dados são mais consistentes com uma economia que está relaxando as restrições e que segue o caminho para a reabertura".

"Espera-se que os pedidos continuem caindo nas próximas semanas e meses à medida que as demissões diminuem e a atividade retoma seu curso", disse a economista-chefe para os Estados Unidos, Rubeela Farooqi.

A quantidade total de pessoas que se beneficiam dos auxílios por terem perdido o emprego ou pela redução de seus salários somou 16,9 milhões no final de março, de acordo com os últimos dados disponíveis, também publicados nesta quinta-feira. Isso representa 1,2 milhão a menos que na semana anterior.

Os Estados Unidos - país que sofreu mais mortes pelo coronavírus com cerca de 563.000 óbitos - avançam rapidamente com seu programa de vacinação e 65% dos idosos já completaram sua imunização.

- Dados sólidos das vendas varejistas -

Os números das vendas de varejo mostraram os efeitos do plano de estímulo de 1,9 trilhão de dólares, apresentando um aumento de 9,8% em março, já que muitas famílias conseguiram um cheque do governo de 1.400 dólares.

"Com o cheque de estímulo em mãos, os consumidores aproveitaram um clima mais benigno e o aumento das vacinações para gastar em carros, ir ao shopping, aos restaurantes e às lojas de construção", disse a Oxford Economis.

O nível de março está muito acima das expectativas dos analistas, que esperavam um aumento de 5,3%, e é inclusive maior que o aumento registrado em janeiro de 7,6%.

Na quarta-feira, o Federal Reserve - o banco central americano - destacou em seu Livro Bege que o pior da crise parece ter passado nos Estados Unidos, já que "a atividade econômica cresceu modestamente entre janeiro e meados de fevereiro".

cs-an/gma/aa