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Novos microrrobôs podem navegar no pulmão e administrar medicamentos

Engenheiros dos EUA desenvolveram microrrobôs capazes de nadar nos pulmões, administrar medicamentos e fortalecer pesquisas sobre casos de pneumonia bacteriana. Em testes com roedores, a invenção conseguiu eliminar com segurança as bactérias causadoras de pneumonia, levando a 100% de sobrevivência. Em contraste, todos os camundongos não tratados morreram.

No estudo, publicado na Nature Materials, os pesquisadores descrevem que esses microrrobôs são feitos de células de algas, com superfícies salpicadas de nanopartículas cheias de antibióticos. As algas fornecem movimento, o que permite que os microrrobôs nadem e entreguem antibióticos diretamente a mais bactérias nos pulmões.

Enquanto isso, as nanopartículas contendo os antibióticos são feitas de minúsculas esferas de polímero biodegradável revestidas com as membranas celulares dos neutrófilos, um tipo de glóbulo branco. As membranas celulares absorvem e neutralizam moléculas inflamatórias produzidas por bactérias e pelo sistema imunológico do corpo.

Na prática, isso dá aos microrrobôs a capacidade de reduzir a inflamação prejudicial, o que os torna mais eficazes no combate à infecção pulmonar.

Novos microrrobôs podem navegar no pulmão e administrar medicamentos (Imagem: Zhang et al, 2022/Nature Materials)
Novos microrrobôs podem navegar no pulmão e administrar medicamentos (Imagem: Zhang et al, 2022/Nature Materials)

A equipe usou os microrrobôs para tratar camundongos infectados pela bactéria Pseudomonas aeruginosa, causadora de uma forma de pneumonia que costuma afetar pacientes que recebem ventilação mecânica na unidade de terapia intensiva. Os pesquisadores administraram os microrrobôs nos pulmões dos camundongos por meio de um tubo inserido na traqueia.

As infecções desapareceram completamente após uma semana. Todos os camundongos tratados com os microrrobôs sobreviveram por mais de 30 dias, enquanto os camundongos não tratados morreram em três dias. O tratamento com os microrrobôs também foi mais eficaz do que uma injeção intravenosa de antibióticos na corrente sanguínea.

Fonte: Canaltech

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