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Novo técnico do Santos tem que ser "parceiro" do clube

Alexandre Praetzel
·1 minuto de leitura

A diretoria do Santos não esconde de ninguém que está buscando um novo técnico. O presidente Andrés Rueda deixou claro que o mais importante é o perfil escolhido para o momento financeiro difícil do clube. Cuca trabalhou bem, imerso em muitos problemas financeiros e internos. Assim, imagino que o Santos deva contratar um treinador emergente, que busque grandes desafios, ou um que conheça bastante a instituição, admitindo ser um "parceiro" santista.

Lisca, de contrato renovado com o América-MG, e Tiago Larghi, ex-Atlético-MG e Goiás, seriam dois bons nomes para trabalhar com a realidade do elenco. Dorival Jr., vitorioso no Santos, poderia ser a tentativa como um lastro maior para o grupo. O certo é que o atual time será a base para quem assumir, sem muitas novidades como reforços.

Os dirigentes não podem errar e não é hora de trazer um estrangeiro, com tantas dificuldades pela frente. Um profissional brasileiro sabe como as coisas estão e como funcionam no conturbado futebol nacional. A hora é de transparência total, com o apoio certo da torcida.