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Novo relatório dos EUA revela origem de fenômenos aéreos não identificados

O Congresso norte-americano deve receber nesta segunda-feira (31) um documento confidencial com atualizações sobre um relatório de fenômenos aéreos não identificados (ou “UAPs”). O documento foi publicado no ano passado e apresentava eventos sem explicação aparente, mas as novas análises dos oficiais do governo mostram que grande parte dos incidentes pode ser explicada por operações de vigilância de outros países e balões de estudos meteorológicos.

As observações dos UAPs intrigaram o Pentágono e as agências de inteligência por anos. Elas ajudaram a alimentar teorias sobre possíveis visitas de alienígenas e especulações sobre o uso de tecnologias avançadas por parte de nações rivais. Segundo o jornal The New York Times, oficiais norte-americanos familiares com as descobertas do Pentágono e análises das agências relatam que parte dos incidentes foi formalmente atribuída à vigilância chinesa.

Os oficiais dos EUA acreditam que parte dos UAPs vem de operações de vigilância ou até balões e outros objetos artificiais (Imagem: Reprodução/Jeremy Corbell/YouTube)
Os oficiais dos EUA acreditam que parte dos UAPs vem de operações de vigilância ou até balões e outros objetos artificiais (Imagem: Reprodução/Jeremy Corbell/YouTube)

De acordo com eles, o monitoramento inclui tecnologias relativamente simples, como drones. Outros UAPs parecem fazer parte de um processo chinês de coleta de informações sobre o treinamento de pilotos militares dos Estados Unidos. Já em relação aos demais casos cuja origem foi esclarecida, a maioria dos objetos observados eram apenas balões meteorológicos ou objetos de atividades de vigilância.

“Em muitos casos, os fenômenos observados são classificados como ‘não identificados’ simplesmente porque os sensores não conseguiram coletar informações suficientes para fazer uma atribuição positiva”, disse Sue Gough, representante do Departamento de Defesa, em referência a câmeras, radares e outros dispositivos que coletam as informações. “Estamos trabalhando para reduzir estes problemas para o futuro e garantir que temos dados suficientes para análises”, finalizou.

Não se sabe quanto do novo relatório da inteligência será divulgado ao público e, por enquanto, grande parte das informações sobre os UAPs segue confidencial. O Congresso já recebeu informações sobre as conclusões relacionadas à vigilância estrangeira, mas a maioria dos resultados foi mantida em segredo como uma forma de evitar que a China e outros países saibam que suas tentativas de espionagem foram descobertas.

As observações dos UAPs renderam especulações sobre a possibilidade de se tratar de seres extraterrestres visitando nosso planeta (Imagem: Reprodução/Ulrich B./Pixabay)
As observações dos UAPs renderam especulações sobre a possibilidade de se tratar de seres extraterrestres visitando nosso planeta (Imagem: Reprodução/Ulrich B./Pixabay)

Outras autoridades ressaltam que, embora as evidências dos UAPs sejam imperfeitas e muitas vezes apareçam na forma de vídeos de baixa resolução, com imagens com pouca nitidez, elas não representam seres extraterrestres visitando nosso planeta. Segundo elas, ilusões de ótica somadas às características de sensores confidenciais fizeram com que drones e balões parecessem objetos fora do comum, com movimento que parecia muito mais rápido que o possível.

Até o momento, os demais vídeos divulgados pelo Pentágono não foram classificados como incidentes de vigilância, mas, mesmo assim, os oficiais da instituição não acreditam que nenhum deles apresente alienígenas. A conclusão relacionada às ilusões de ótica é compartilhada por especialistas e militares norte-americanos.

Fonte: Canaltech

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