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Novo reator nuclear para missões espaciais da China passa em análise

Na última semana, o Ministério de Ciência e Tecnologia da China avaliou e aprovou a performance de um novo reator nuclear, que será utilizado para fornecer energia e propulsão a naves no sistema solar externo. O reator foi projetado pela Academia Chinesa de Ciências, e poderá gerar um megawatt de eletricidade para naves espaciais.

O projeto do reator foi iniciado em 2019 por meio de um programa nacional de pesquisa e desenvolvimento, e é um forte indicativo do interesse que a China tem no desenvolvimento da energia nuclear para usos no espaço. No caso do novo reator, os relatórios da análise foram deletados, mas há versões arquivadas ainda disponíveis para acesso.

A China tem um conceito de missão que enviaria um orbitador a Netuno, alimentado por um reator nuclear (Imagem: Reprodução/NASA)
A China tem um conceito de missão que enviaria um orbitador a Netuno, alimentado por um reator nuclear (Imagem: Reprodução/NASA)

Os documentos arquivados não contêm detalhes técnicos ou planos para o uso de sistemas de energia nuclear, mas destacam que o projeto mostrou a temperatura de operação mais alta no mundo em relação a dispositivos similares, e que poderá ajudar a promover o desenvolvimento de tecnologias de energia nuclear e aeroespacial.

Já se sabe que os sistemas de fissão nuclear (reação em que o núcleo do átomo é dividido e libera energia) oferecem altos níveis de energia e propulsão para missões robóticas com destino aos planetas externos do Sistema Solar, que recebem menos luz do Sol e, portanto, não podem contar com painéis solares para produção de energia.

Hoje, a China conta com propostas de missões espaciais civis com reatores nucleares espaciais, capazes de alimentar a propulsão de naves parecidas com as Voyager, da NASA. Outro conceito de missão propõe um orbitador enviado a Netuno, equipado com um sistema de propulsão elétrica alimentado por um reator de fissão nuclear, produzindo muito mais energia do que os geradores termoelétricos de radioisótopos. A missão representa uma grande oportunidade para o país expandir suas capacidades de exploração espacial.

Fonte: Canaltech

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