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Novo ministro do STF informou em 2010 ser "mestre" da Maçonaria

Colaboradores Yahoo Notícias
·1 minuto de leitura
Foto: Samuel Figueira/TRF 1ª Região
Foto: Samuel Figueira/TRF 1ª Região

Indicado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o novo ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Kassio Nunes Marques, declarou ser mestre da Maçonaria em currículo entregue ao Ministério da Justiça em abril de 2010.

Segundo o portal UOL, o ministro alegou no documento ser “Mestre Marçon [maçom] desde 30 de novembro de 1999”. Na ficha anexada ao currículo e às certidões negativas que também faziam parte do processo da lista tríplice, Marques assinou com os três pontos em forma de triângulo equilátero que caracterizam as assinaturas de muitos maçons.

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Procurado pela reportagem, a assessoria de Kassio Nunes Marques respondeu: “O ministro frequentou a maçonaria de 1999 a 2002. Desde então, está sem atividade”.

A Maçonaria é um grupo restrito a homens adultos cujo ingresso só é aceito após o consentimento dos outros integrantes. A organização se define como “instituição essencialmente filosófica, filantrópica, educativa e progressista” que tem por objetivo “unir os homens entre si”, conforme anuncia a GOB (Grande Oriente do Brasil) em seu endereço na internet. A Maçonaria rejeita o rótulo de religião, mas o candidato a maçom deve “crer em Deus, acima de tudo”.

No governo Bolsonaro, o vice-presidente Hamilton Mourão se declarou maçom. Em 2019, ele disse no programa "Conversa com Bial", da Globo, que a Maçonaria “é um conjunto de homens livres, de bons costumes" que faz um "trabalho social muito grande e desconhecido”.

O nome de Kassio foi aprovado pelo Senado em 21 de outubro, após uma sabatina e a votação de 57 senadores favoráveis, dez contrários e uma abstenção.