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Novo ministro da Economia da Argentina deve anunciar cortes orçamentários

Sergio Massa, agora superministro da Economia argentina, apresenta sua renúncia da presidência da Câmara dos Deptuados, em frente ao Parlamento em Buenos Aires, Argentina, 2 de agosto de 2022. REUTERS/Agustin Marcarian

BUENOS AIRES (Reuters) - O novo ministro da Economia da Argentina, Sergio Massa, assume formalmente as rédeas de seu recém-apelidado "superministério" nesta quarta-feira, e a expectativa é que anuncie cortes de gastos para acalmar os mercados em meio a uma crise econômica cada vez mais profunda.

O grande déficit fiscal do país sul-americano, exacerbado por anos de gastos excessivos, inflação furiosa, dívida alta e uma moeda combalida, aguarda Massa, que se tornou o terceiro chefe econômico da Argentina em um mês.

Ex-líder do Congresso e advogado da coalizão peronista governista, Massa deve tomar posse por volta das 17h (horário de Brasília) em Buenos Aires. A expectativa é que ele anuncie em discurso novos cortes de gastos, bem como medidas para aumentar as cada vez menores reservas internacionais do país.

Os mercados locais pareciam encorajados nesta quarta-feira antes dos anúncios esperados. O principal índice de ações da Argentina, S&P Merval, subia 1,1%, depois de alta próxima a 1% na véspera.

As facções beligerantes da coalizão governista de centro-esquerda se uniram em torno de Massa, visto por muitos como talvez a última chance de o presidente Alberto Fernández estancar o sangramento econômico que prejudicou a popularidade do governo antes da eleição presidencial do ano que vem.

"A economia está em uma situação difícil, com um contexto global muito complicado", disse a repórteres Juan Manzur, chefe de gabinete de Fernández. "Mas, apesar de todos os nossos problemas, temos confiança nele."

Massa vai comandar um expandido Ministério da Economia, em que as secretarias de Agricultura, Produção e Comércio responderão a ele. Martin Guzmán renunciou ao cargo de ministro abruptamente no início de julho e, depois dele, Silvina Batakis durou apenas algumas semanas no cargo.

(Reportagem de Nicolas Misculin)

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