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Novo governo alemão e o desafio da pandemia dos "não-vacinados"

·1 min de leitura

Neste começo da semana que se abre para o mês de dezembro, a nota dominante do noticiário político europeu deveria voltar-se para a esperada formação do novo governo alemão, a ser liderado pelo social-democrata Olaf Scholz.

Flávio Aguiar, analista político

Os futuros governantes têm planos ambiciosos. Prometem ações que vão desde enfrentar o aquecimento global até o aumento do salário mínimo, passando pela legalização do uso recreativo da maconha. Mas tudo depende de conseguirem acomodar, internamente, forças tão díspares como o Freie Demokratische Partei, o FDP na sigla alemã (Partido Democrático Liberal, em português), descrito como “pró-mercado”, e o Partido Verde, descrito como “pró-meio-ambiente”, sob a liderança do Partido Social-Democrata do novo chanceler.

As negociações para chegar a um acordo tomaram todo o mês de outubro e quase todo o de novembro, de tão complicadas que foram. E introduziram um fato inesperado na tradicional política alemã: durante o processo, que ocupou mais de duas dezenas de equipes temáticas, o número de informações vazadas para a mídia foi próximo a zero, com exceção de retratos sorridentes dos líderes partidários e declarações abstratas de que “tudo corria bem”.

Entretanto, o anúncio do acordo para formar o governo foi literalmente atropelado pelo agravamento dramático da quarta onda da pandemia de coronavírus, que é descrita, também, como quinta onda na França. Os líderes do governo a ser empossado anunciaram a formação de uma equipe especial para enfrentar a pandemia e a liberação de 1 bilhão de euros para a área da saúde. O ministério da área ficará com o SPD.

Pandemia dos não-vacinados


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