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Novo CubeSat que "pisca" gera preocupações com a crescente poluição luminosa

·2 minuto de leitura

Em abril deste ano, a NASA anunciou que 14 pequenos satélites de pesquisa foram selecionados pelo seu programa CubeSat Launch Initiative (CSLI), que serão lançados entre 2022 e 2025. Entre eles, está o LighCube, desenvolvidos por alunos da Vega Space Systems e da Arizona State University, como parte de um projeto educacional. No entanto, os flashes emitidos pelo satélite podem se tornar mais um problema para as observações do espaço por parte da comunidade científica.

O LighCube possui tubos de flash de xenônio — mesma tecnologia usada para câmeras fotográficas e alguns aparelhos de imageamento médico —, que produz disparos de luz. Mas especialistas receiam essa tecnologia pode se tornar mais um problema para os observatórios terrestres e até orbitais. Ao longo do último ano, a comunidade astronômica tem abordado a questão da poluição luminosa por conta do grande número de satélites Starlink, da SpaceX, já em órbita da Terra, que refletem a luz solar e acabam aparecendo em observações astronômicas, prejudicando o trabalho.

Ilustração do LightCube, desenvolvido para disparar um flash em direção ao solo (Imagem: Reprodução/Arizona State University/NASA)
Ilustração do LightCube, desenvolvido para disparar um flash em direção ao solo (Imagem: Reprodução/Arizona State University/NASA)

Apesar disso, a proposta da equipe responsável pelo LighCube é que o satélite tenha uma missão baseada na educação. Danny Jacobs, pesquisador da Arizona State University, diz que “nosso objetivo, ao construir e lançar uma espaçonave que pode ser comandada pelo público, é inspirar todos a aprenderem sobre telecomunicações, design de espaçonaves, ciência atmosférica, climática e mecânica orbital”.

CubeSat é um tipo de satélite em miniatura, normalmente usado para fins de pesquisa e comunicação via ondas de rádio, por conta de seu baixo custo de produção. A preocupação, no entanto, é que a instalação de satélites como o LighCube abra margem para que ainda mais objetos desse tipo sejam enviados para a órbita da Terra, a qual já se encontra com milhares de detritos espaciais.

Fonte: Canaltech

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