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Nove ex-ministros do Meio Ambiente pedem que europeus ajudem na pandemia na Amazônia

FERNANDA MENA
·2 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Nove ex-ministros do Meio Ambiente do Brasil fizeram um "veemente e emocionado apelo" aos líderes de França, Alemanha e Noruega para que ajudem a população da Amazônia brasileira no enfrentamento da pandemia da Covid-19 e do colapso regional do sistema de atendimento em saúde. Em carta endereçada ao presidente Emmanuel Macron e às primeiras-ministras Angela Merkel e Erna Solberg, os ex-titulares da pasta declaram que a Amazônia brasileira está sendo devastada por uma "dupla calamidade pública, ambiental e de saúde, que necessita da urgente solidariedade e colaboração de países amigos interessados de forma genuína e desinteressada na solução dos problemas amazônicos". O documento é assinado por José Goldemberg, Rubens Ricupero, Gustavo Krause, Izabela Teixeira, José Sarney Filho, José Carlos Carvalho, Marina Silva, Carlos Minc e Edson Duarte. Em junho de 2020, o mesmo grupo havia subscrito a outra manifestação pública que denunciava de iminentes retrocessos na legislação sócio-ambiental, promovidos por "excessos e omissões do Poder Executivo federal". A carta de junho chamava o governo federal de anticientífico e apontava suas ações na pandemia como responsáveis por transformar "o desafio da Covid-19 na mais grave tragédia epidemiológica da história recente do Brasil". Desta vez, os ex-ministros citam as altas cifras de desmatamento e as queimadas florestais ocorridas em 2020 como preâmbulo da tragédia humanitária que assola a região em 2021 com a crise hospitalar no Amazonas e estados vizinhos, destacando como as vulnerabilidades regionais --isolamento, pobreza, falta de infraestrutura-- agravam o quadro de seus mais de 30 milhões de habitantes. E pedem doações de materiais, equipamentos e medicamentos especificados numa lista em que constam cilindros de oxigênio, concentrador de oxigênio, usinas de produção de oxigênio medicinal, equipamentos para a instalação de UTIs, macas e oxímetros. Os ex-ministros ainda pedem que Macron, Merkel e Solberg sejam intermediários deste pedido de socorro junto aos governos de outros países desenvolvidos.