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Novas usinas termelétricas devem deixar conta de luz mais cara

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GLóRIA DE DOURADOS, MATO GROSSO DO SUL, BRAZIL - 2019/06/01: In this photo illustration the Eletrobras logo is seen displayed on a smartphone. (Photo by Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
A privatização da Eletrobras está sob análise do Tribunal de Contas da União (TCU) (Photo by Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
  • Dados foram levantados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE)

  • Privatização da Eletrobras está sob análise do Tribunal de Contas da União

  • As usinas têm entrada em operação prevista entre 2026 e 2030

Um custo de cerca de R$ 52 bilhões deve ser gerado ao Brasil com as novas usinas termelétricas impostas pelo Congresso Nacional, em uma manobra de parlamentares, como condição para permitir a privatização da Eletrobras. Esse valor tem relação apenas com operações até 2036.

Esses dados foram levantados pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério de Minas e Energia, divulgadas no dia 6 de abril. Ela mensura, pela primeira vez, o impacto de uso dessas termelétricas, que acabará chegando ao bolso do consumidor, considerado sem lógica econômica por muitos especialistas.

A privatização da Eletrobras está sob análise do Tribunal de Contas da União (TCU), última etapa do processo.

A previsão de contratação de 8 mil megawatts (MW) de novas usinas a gás, que serão construídas nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, foi incluída como um “jabuti” na medida provisória, depois convertida em lei, que trata da oferta de ações ao mercado da Eletrobras, maneira pela qual a estatal será privatizada.

Neste caso, os congressistas colocaram a exigência no principal artigo da MP, que ficou redigido assim como um único parágrafo de várias páginas, para evitar que o governo vetasse este trecho — se optasse pelo veto, a própria privatização da Eletrobras seria inviabilizada. As usinas têm entrada em operação prevista entre 2026 e 2030.

Contém informações do jornal Extra e O Globo.

Paulo Guedes: privatização da Eletrobras vai ocorrer neste ano

O ministro da Economia, Paulo Guedes, acredita que a "privatização da Eletrobras vai ocorrer neste ano, muito em breve". Guedes apontou que "quer acreditar" que o TCU (Tribunal de Contas da União) está na reta final das análises sobre o processo de desestatização da companhia. "Estou muito confiante de que vai dar certo", afirmou.

Nesta semana, o julgamento do processo de privatização da Eletrobras foi suspenso por 20 dias no TCU. O processo de privatização da Eletrobras chegou ao TCU em setembro do ano passado, quando foram encaminhadas as primeiras informações por parte do governo federal.

As declarações do ministro aconteceram nesta quinta-feira (21), na Embaixada do Brasil em Washington, onde ele ainda defendeu que a capitalização da Eletrobras é um passo importante para a segurança energética do Brasil.

De acordo com Guedes, a companhia precisa investir R$ 15 bilhões por ano para manter a fatia de mercado, mas "apenas" pode aplicar R$ 3 bilhões por ano.

No julgamento do ministro, a nova avaliação internacional sobre o Brasil é positiva em um contexto de rupturas de cadeias globais de produção e alta de commodities, especialmente de petróleo. "A ficha caiu na Europa com a guerra e a necessidade de segurança alimentar e energética."

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