Mercado abrirá em 7 h 7 min
  • BOVESPA

    109.101,99
    +1.088,52 (+1,01%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.508,35
    -314,88 (-0,60%)
     
  • PETROLEO CRU

    86,29
    -0,61 (-0,70%)
     
  • OURO

    1.841,70
    -0,90 (-0,05%)
     
  • BTC-USD

    38.829,20
    -3.086,98 (-7,36%)
     
  • CMC Crypto 200

    917,54
    -77,72 (-7,81%)
     
  • S&P500

    4.482,73
    -50,03 (-1,10%)
     
  • DOW JONES

    34.715,39
    -313,26 (-0,89%)
     
  • FTSE

    7.585,01
    -4,65 (-0,06%)
     
  • HANG SENG

    24.766,26
    -186,09 (-0,75%)
     
  • NIKKEI

    27.388,89
    -384,04 (-1,38%)
     
  • NASDAQ

    14.660,00
    -181,00 (-1,22%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1362
    +0,0061 (+0,10%)
     

Novas startups de transporte tentam evitar erros do passado ao vender veículos

·3 min de leitura

Após a ascensão e queda das startups de patinetes e bicicletas por aluguel no Brasil, entre 2018 e 2019, uma segunda onda desse tipo de mobilidade está prestes a acontecer. Além da Davinci, que vende patinetes elétricos em vez de alugá-los, a pernambucana Voltz, a brasiliense Origem e a gaúcha Arrow são algumas das que tentam retomar o setor fugindo dos erros da geração passada.

Novamente as mobitechs sonham em lucrar com modais que sejam alternativas ao trânsito de carros e transporte público das grandes cidades. O fundador da Davinci é Eduardo Musa, executivo ex-Caloi e criador da Yellow, empresa pioneira no serviço de patinetes via aplicativo. A empresa teve uma trajetória conturbada: Musa deixou a startup pouco antes da fusão com a mexicana Grin, que formou a holding Grow em 2019.

As taxas de uso do patinete ou bicicleta da Yellow começavam em R$ 3 e cresciam por minuto. No ano passado, a companhia faliu e encerrou as atividades. Mas o prejuízo financeiro não foi o único problema: as bicicletas ou patinetes eram constantemente roubadas ou danificadas, houve novas tarifas e burocracias com o poder público e gerou acúmulo de lixo em algumas cidades onde atuou, com os restos dos veículos.

Agora, ao vender os patinetes, o cliente se torna o responsável pelo veículo em vez da startup. Com isso a Davinci espera se livrar da pressão das prefeituras sofrida nos tempos de Yellow.

“Apesar de as cidades não estarem preparadas para os patinetes e as bicicletas compartilhadas, algumas pessoas estão se estruturando para essa micromobilidade. É por isso que eu acredito nos modais como propriedade do indivíduo”, disse ao Estadão Eduardo Musa.

(Imagem: Freepik)
(Imagem: Freepik)

A Voltz e a Origem investem na venda de motos elétricas ao consumidor, e a Arrow, em vans. Nesta última. a locadora Unidas foi uma das primeiras clientes, ao adquirir 100 unidades elétricas a serem entregues a partir de outubro de 2022. Sem falar da Buser, que propõe fretamento colaborativo para baratear as passagens de ônibus interestaduais.

Correndo por fora das vendas de veículos, a Quicko funciona como uma espécie de "canivete suíço da mobilidade urbana". Ela oferece diversas soluções de integração dos meios de locomoção (como trajetos que combinam ônibus e patinetes), atualiza sobre o transporte público em tempo real, carrega cartões de vale-transporte e outros serviços.

Uma promessa para daqui a alguns anos é a Eve, empresa subsidiária da aeronáutica Embraer que pretende ter seu próprio modelo de carro voador de propulsão vertical (o eVTOL). Um acordo de intenção da Bristow Group fechou a compra de 100 unidades do futuro veículo.

Segundo um estudo da Liga Ventures, uma das maiores aceleradoras de startups do país, já existem mais de 200 mobitechs em todo Brasil. A Bossanova Investimentos é um dos fundos do ecossistema nacional que apostam no setor com um fundo específico para essas empresas. A ideia é investir em captações de startups iniciantes, em rodadas pre-seed ou seed (entre R$ 100 mil e R$ 500 mil), tenham mais de um ano e meio de fundação e com faturamento mínimo de R$ 20 mil por mês.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos