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Seguros podem ficar mais baratos; entenda o que está sendo discutido

·2 minuto de leitura
Insurance agent checking policy documents in office.
Primeira fase de implementação do open surance acontece ainda em dezembro de 2021
  • Susep lança open insurance ainda em 2021

  • Isso significa que empresas de seguros dividam dados de clientes com terceiros ou outras empresas

  • Tudo isso, com autorização do consumidor

Com o lançamento do open insurance (seguro aberto, em tradução livre), que deve entrar em vigor ainda em 2021, a Susep (Superintendência de Seguros Privados) pretende criar oportunidades para que os consumidores tenham acesso a seguros mais acessíveis e diversos, já que hoje os preços são elevados. Entretanto, apesar dos benefícios à população, as normas não são vistas com bons olhos pelos grupos financeiros da CNseg (Confederação Nacional de Seguradoras). As informações são do UOL.

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Para a CNseg, representante do setor, o lançamento acontece de forma apressada, sem discussão prévia, Outro ponto criticado são as regras impostas, que precisariam passar por revisão, segundo a confederação.

O que é e como funciona

Primeiro, é importante entender como funciona o open insurance. O objetivo desse conjunto de normas é baratear os serviços e produtos de seguros e, para isso, é permitido que os brasileiros compartilhem e acessem seus dados com outras seguradoras ou terceiros, tudo com segurança e com integração com o SFN (Sistema Financeiro Nacional).

A partir desses dados, novos produtos e serviços podem ser desenvolvidos para atender às necessidades reais, atuais e futuras, dos consumidores. O principal motivo desse compartilhamento, é oferecer um produto mais barato ou melhor. Ou até os dois. Lembrando que esses dados são compartilhados somente com autorização do consumidor.

Quando começa

O processo começa em 15 de dezembro, quando as grandes empresas começam a dividir dados gerais.

A segunda fase vem em 31 de maio de 2022, quando será possível a troca de dados dos consumidores. E é a partir daí que uma operadora pode começar a pedir dados de um cliente para que possa fazer uma proposta melhor. 

Somente as grandes empresas do setor são obrigadas a compartilhar os dados, e as companhias novatas da área participam caso haja interesse.

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