Mercado fechado
  • BOVESPA

    126.003,86
    +951,08 (+0,76%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.897,79
    +629,34 (+1,25%)
     
  • PETROLEO CRU

    72,14
    +0,23 (+0,32%)
     
  • OURO

    1.796,90
    -2,30 (-0,13%)
     
  • BTC-USD

    37.456,56
    +2.404,82 (+6,86%)
     
  • CMC Crypto 200

    905,01
    -10,48 (-1,14%)
     
  • S&P500

    4.422,30
    +10,51 (+0,24%)
     
  • DOW JONES

    35.144,31
    +82,76 (+0,24%)
     
  • FTSE

    7.025,43
    -2,15 (-0,03%)
     
  • HANG SENG

    26.192,32
    -1.129,66 (-4,13%)
     
  • NIKKEI

    27.833,29
    +285,29 (+1,04%)
     
  • NASDAQ

    15.115,50
    -2,25 (-0,01%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1089
    -0,0014 (-0,02%)
     

Seguros podem ficar mais baratos; entenda o que está sendo discutido

·2 minuto de leitura
Insurance agent checking policy documents in office.
Primeira fase de implementação do open surance acontece ainda em dezembro de 2021
  • Susep lança open insurance ainda em 2021

  • Isso significa que empresas de seguros dividam dados de clientes com terceiros ou outras empresas

  • Tudo isso, com autorização do consumidor

Com o lançamento do open insurance (seguro aberto, em tradução livre), que deve entrar em vigor ainda em 2021, a Susep (Superintendência de Seguros Privados) pretende criar oportunidades para que os consumidores tenham acesso a seguros mais acessíveis e diversos, já que hoje os preços são elevados. Entretanto, apesar dos benefícios à população, as normas não são vistas com bons olhos pelos grupos financeiros da CNseg (Confederação Nacional de Seguradoras). As informações são do UOL.

Leia também:

Para a CNseg, representante do setor, o lançamento acontece de forma apressada, sem discussão prévia, Outro ponto criticado são as regras impostas, que precisariam passar por revisão, segundo a confederação.

O que é e como funciona

Primeiro, é importante entender como funciona o open insurance. O objetivo desse conjunto de normas é baratear os serviços e produtos de seguros e, para isso, é permitido que os brasileiros compartilhem e acessem seus dados com outras seguradoras ou terceiros, tudo com segurança e com integração com o SFN (Sistema Financeiro Nacional).

A partir desses dados, novos produtos e serviços podem ser desenvolvidos para atender às necessidades reais, atuais e futuras, dos consumidores. O principal motivo desse compartilhamento, é oferecer um produto mais barato ou melhor. Ou até os dois. Lembrando que esses dados são compartilhados somente com autorização do consumidor.

Quando começa

O processo começa em 15 de dezembro, quando as grandes empresas começam a dividir dados gerais.

A segunda fase vem em 31 de maio de 2022, quando será possível a troca de dados dos consumidores. E é a partir daí que uma operadora pode começar a pedir dados de um cliente para que possa fazer uma proposta melhor. 

Somente as grandes empresas do setor são obrigadas a compartilhar os dados, e as companhias novatas da área participam caso haja interesse.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos