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Nova Zelândia é o mais novo país a assinar acordo para explorar a Lua com os EUA

·2 minuto de leitura

Nesta segunda-feira (31), o governo da Nova Zelândia anunciou que o país passou a integrar a lista dos Artemis Accords ("Acordos Artemis", em tradução literal), que estabelece boas práticas para atividades de exploração espacial. O país se torna o 11º a fazer parte da lista e foi o segundo a assinar o documento durante a gestão do presidente Joe Biden — o primeiro foi a Coreia do Sul, que se juntou aos Acordos em 24 de maio.

Bill Nelson, administrador da NASA, comentou que a “Nova Zelândia, junto das outras sete nações, ajudou a estabelecer os princípios dos Acordos Artemis”, que vão permitir a próxima geração de parcerias internacionais para a exploração da Lua e além. Já Stuart Nash, ministro de desenvolvimento econômico e regional do país, celebrou o acordo: "a exploração espacial aumenta nosso conhecimento do nosso planeta e do universo, incentiva a pesquisa, a ciência e a inovação, e a Nova Zelândia está orgulhosa de se tornar uma parceira", disse.

Dr. Peter Crabtree, diretor da Agência Espacial da Nova Zelândia, e Kevin Cover, da Embaixada dos EUA, na cerimônia da assinatura dos Acordos Artemis (Imagem: Reprodução/NASA)
Dr. Peter Crabtree, diretor da Agência Espacial da Nova Zelândia, e Kevin Cover, da Embaixada dos EUA, na cerimônia da assinatura dos Acordos Artemis (Imagem: Reprodução/NASA)

Os Acordos Artemis fazem parte do programa Artemis, da NASA, e definem um conjunto de princípios criados para direcionar a colaboração entre os países participantes para a exploração lunar. O documento reforça que os recursos espaciais devem ser usados para operações seguras e sustentáveis, e descumprimento disso constitui “apropriação nacional”, algo proibido pelo Tratado do Espaço Sideral, firmado em 1967. A Nova Zelândia contribuiu para a redação dos Acordos Artemis no ano passado, e mostrou interesse em expandir uma parte do documento relacionada ao uso de recursos espaciais.

Até o momento, o governo do país não definiu planos específicos para participar do Programa Artemis, da NASA, para a exploração da Lua — mas, segundo Nash, a assinatura do documento “facilita a participação da Nova Zelândia no Programa e das empresas do setor espacial”. Ao integrar o documento, a Nova Zelândia se junta à Austrália, Canadá, Itália, Japão, Luxemburgo, República da Coreia, Reino Unido, Emirados Árabes, Ucrânia e os Estados Unidos. O Brasil chegou a assinar um acordo de intenção de participar do programa Artemis, com o objetivo de desenvolver pequenos equipamentos robóticos, mas nosso país não assinou, ainda, os Acordos Artemis em seus termos definitivos.

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Conforme a NASA continua trabalhando com parceiros internacionais, é esperado que outros países passem a integrar os Acordos nos próximos meses e anos. Assim, ao trabalhar junto de agências espaciais emergentes, parceiros já existentes e agências espaciais já consolidadas, a agência estadunidense acredita que as parcerias deverão proporcionar novas capacidades, que poderão de beneficiar o mundo inteiro a partir da jornada de exploração espacial e das descobertas que estão por vir.

Fonte: Canaltech

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