Mercado fechará em 3 h 18 min
  • BOVESPA

    118.650,04
    -996,36 (-0,83%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    45.106,96
    -18,75 (-0,04%)
     
  • PETROLEO CRU

    53,10
    -0,21 (-0,39%)
     
  • OURO

    1.865,30
    -1,20 (-0,06%)
     
  • BTC-USD

    31.495,57
    -2.006,53 (-5,99%)
     
  • CMC Crypto 200

    626,45
    -53,46 (-7,86%)
     
  • S&P500

    3.858,78
    +6,93 (+0,18%)
     
  • DOW JONES

    31.232,68
    +44,30 (+0,14%)
     
  • FTSE

    6.724,60
    -15,79 (-0,23%)
     
  • HANG SENG

    29.927,76
    -34,71 (-0,12%)
     
  • NIKKEI

    28.756,86
    +233,60 (+0,82%)
     
  • NASDAQ

    13.368,50
    +74,25 (+0,56%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5328
    +0,1248 (+1,95%)
     

Nova variante do coronavírus afeta perspectiva para petróleo em 2021

K. Sathya Narayanan
·2 minuto de leitura

Por K. Sathya Narayanan

(Reuters) - Os preços do petróleo não devem apresentar grande recuperação em 2021, já que uma nova variante do coronavírus e restrições de viagens ameaçam a já enfraquecida demanda por combustível, mostrou uma pesquisa da Reuters nesta quinta-feira.

A pesquisa com 39 economistas e analistas realizada na segunda quinzena de dezembro previa que os preços do petróleo Brent atingiriam uma média de 50,67 dólares por barril no próximo ano.

Isso é acima de uma pesquisa no mês passado, que previa um preço médio de 49,35 dólares por barril em 2021, mas pouco mudou em relação ao nível atual do Brent, de cerca de 51 dólares nesta quinta-feira.

Os futuros do petróleo bruto West Texas Intermediate (WTI) devem atingir em média 47,45 dólares por barril em 2021, mostrou a pesquisa.

Isso também está acima de um consenso de novembro de 46,40 dólares por barril, mas também próximo do preço do WTI desta quinta-feira, perto de 48 dólares.

Uma nova variante do coronavírus detectada no Reino Unido este mês aumentou o risco de novas restrições e medidas de isolamento, o que junto com uma distribuição gradual de vacinas pode limitar os ganhos do petróleo.

A recuperação da demanda de petróleo dependerá do ritmo da implantação das vacinas que estão sendo desenvolvidas para combater o vírus, disseram analistas, com alguns não esperando um retorno aos níveis pré-pandêmicos antes do final de 2022 ou 2023.

"Novas cepas de vírus podem complicar as perspectivas e levar a bloqueios mais severos que prejudicarão as perspectivas de demanda bruta para o primeiro trimestre", disse Edward Moya, analista de mercado sênior da OANDA.

"Medidas adicionais de bloqueio e o cuidadoso movimento Opep + de aumentar a produção serão o foco na primeira metade do ano."

Produtores da Opep e aliados, incluindo a Rússia, a chamada Opep +, concordaram em afrouxar seus cortes de produção em 500.000 barris por dia (bpd) a partir de janeiro.

A Opep + deve se reunir no dia 4 de janeiro para discutir a política, incluindo um possível afrouxamento adicional de 500.000 bpd em fevereiro.