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Nova terapia de luz infravermelha pode ajudar pessoas com Alzheimer, diz estudo

·1 min de leitura

Uma nova pesquisa conduzida pela Durham University (Reino Unido) e publicada na última segunda-feira (18) sugere que terapia baseada em luz infravermelha pode ter o potencial de ajudar as pessoas com Alzheimer. A análise trabalha com luz aplicada no cérebro com um capacete especialmente projetado usado pelo paciente.

A pesquisa contou com a participação de 14 pessoas com 45 anos ou mais, que receberam seis minutos de luz infravermelha duas vezes ao dia durante um período de quatro semanas. Paralelamente, o estudo teve a participação de 13 pessoas que tiveram um tratamento placebo.

Os cientistas realizaram uma série de testes de memória, habilidades verbais e motoras nos participantes de ambos os grupos, antes e depois do período de tratamento, para ver quais melhorias poderiam alcançar. Nas pessoas que receberam a luz infravermelha, os pesquisadores descobriram uma melhoria significativa na função motora, no desempenho da memória e na velocidade de processamento do cérebro. Além disso, os participantes não relataram efeitos adversos causados ​​pelo tratamento.

(Imagem: Reprodução/Durham University)
(Imagem: Reprodução/Durham University)

“Embora este seja um estudo piloto e mais pesquisas sejam necessárias, há indicações promissoras de que a terapia envolvendo luz infravermelha também pode ser benéfica para pessoas que vivem com alzheimer e vale a pena explorar isso. Sabemos que a luz infravermelha de comprimentos de onda específicos pode ajudar a aliviar os danos às células nervosas", apontam os pesquisadores. O estudo completo foi publicado na revista Photobiomodulation, Photomedicine and Laser Surgery.

Fonte: Canaltech

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