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Nova terapia diminui em 40% o risco de morte de pacientes com câncer de próstata

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Nova terapia diminui em 40% o risco de morte de pacientes com câncer de próstata
Nova terapia diminui em 40% o risco de morte de pacientes com câncer de próstata

Um estudo publicado no The New England Journal of Medicine apontou que uma nova terapia experimental reduziu em quase 40% as mortes de homens com câncer de próstata agressivo, quando comparado aos pacientes no mesmo estágio que receberam apenas o tratamento padrão.

A nova terapia, denominada lutécio-177-PSMA-617, utiliza uma combinação de um composto que tem como alvo uma proteína das células cancerosas da próstata, chamada antígeno de membrana específico da próstata (PSMA), e de uma partícula radioativa que ataca as células.

Homem sentado em uma maca ao lado de um médico
Nova terapia diminui em 40% o risco de morte de pacientes com câncer de próstata. Imagem: Image Point Fr/Shutterstock

A pesquisa acompanhou 831 pacientes de 10 países diferentes durante 20 meses e relatou que aqueles que receberam o tratamento experimental sobreviveram por uma média de 15,3 meses em comparação aos 11,3 meses daqueles que só receberam o tratamento padrão, o que representa uma redução de mortalidade de 38%.

De acordo com o Extra, a pesquisa mostrou que os pacientes tratados com o novo método tinham os tumores mais propensos a encolher e os níveis de antígeno específico da próstata eram mais propensos a cair e o risco de progressão da doença diminuiu cerca de 60%.

“Você não está apenas destruindo as células cancerosas, você está bombardeando de forma inteligente o lugar que o tumor achou para viver”, afirmou a presidente e executiva-chefe da American Cancer Society, Karen Knudsen, ao comentar o novo tratamento focado em retardar os impactos da doença em pacientes com câncer de próstata metastático, aquele que não possui cura definitiva.

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De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), espera-se cerca de 65 mil novos casos de câncer de próstata para cada ano do triênio 2020 – 2022 no Brasil, ou seja, a cada 100 mil homens, aproximadamente 62,95 poderão desenvolver a doença.

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