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Nova tecnologia pode ajudar a resolver o quebra-cabeça do DNA

O genoma é todo o conjunto de instruções genéticas, DNA ou RNA, que permite que um organismo funcione (Getty Creative)
O genoma é todo o conjunto de instruções genéticas, DNA ou RNA, que permite que um organismo funcione (Getty Creative)
  • Nova técnica avaliará a estrutura tridimensional e o funcionamento interno do DNA

  • Técnica pode ainda ajudar a esclarecer a conexão entre a identidade celular e a estrutura do genoma

  • Experimentos futuros explorarão quais agrupamentos específicos de componentes genômicos são essenciais para vários aspectos da identidade celular

Pesquisadores da Oxford Nanopore Technologies, da Weill Cornell Medicine e da The New York Genome Center, desenvolveram uma nova técnica para avaliar a estrutura tridimensional e o funcionamento interno do genoma humano. O genoma é todo o conjunto de instruções genéticas, DNA ou RNA, que permite que um organismo funcione.

Com esse novo método, os pesquisadores mostraram que grupos de elementos regulatórios que interagem simultaneamente no genoma, em oposição aos pares desses elementos, podem influenciar a atividade celular, incluindo a expressão gênica. Publicada recentemente na revista Nature Biotechnology, a técnica pode ainda ajudar a esclarecer a conexão entre a identidade celular e a estrutura do genoma.

“Conhecer a estrutura tridimensional do genoma ajudará os pesquisadores a entender melhor como o genoma funciona e, particularmente, como ele codifica diferentes identidades celulares. As maneiras que tivemos de estudar a estrutura do genoma nos deram insights incríveis, mas também houve limitações importantes”, afirmou o autor da pesquisa, Marcin Imieliński, professor associado de patologia e medicina laboratorial e genômica computacional na Weill Cornell Medicine e membro central do New York Genome Center.

Em uma tecnologia aplicada anteriormente para examinar a estrutura tridimensional do genoma, os pesquisadores conseguiram investigar com que frequência dois loci, ou locais físicos no genoma, interagem entre si. Tradicionalmente, foram descobertos pares de loci conhecidos como potenciadores e promotores – componentes do genoma que interagem entre si para controlar a expressão gênica.

Experimentos futuros explorarão quais agrupamentos específicos de componentes genômicos são essenciais para vários aspectos da identidade celular. A nova tecnologia também pode ajudar os pesquisadores a entender como as células-tronco, as células mestras imaturas do corpo, se diferenciam em diferentes tipos de células. Além disso, os pesquisadores podem entender melhor as anormalidades nas células cancerígenas.

“No futuro, essa tecnologia pode ser realmente útil para entender como os genomas das células cancerígenas são rearranjados e como esses rearranjos conduzem as identidades celulares alteradas que permitem que os cânceres cresçam e se espalhem”, detalhou Imieliński.

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