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Nova técnica pode prever se você terá declínio cognitivo no futuro

·2 minuto de leitura

Você já ouviu falar das proteínas tau? Basicamente, estão presentes nos neurônios do sistema nervoso central. E de acordo com um novo estudo da Northwestern Medicine, o acúmulo da proteína tau no cérebro prevê a quantidade de declínio cognitivo a longo prazo.

O estudo usou um novo tipo de tomografia que mostra concentrações de proteína tau, que, dependendo da localização onde atua no cérebro, pode ser neurotóxica. Quanto mais alto o nível de tau em determinadas regiões do cérebro, pior é o desempenho cognitivo de uma pessoa, segundo o que mostrou o artigo. Quanto mais proteína tau uma pessoa tinha em uma região específica do cérebro, maior a probabilidade de ter uma cognição pior um ano depois. O estudo também descobriu que quanto mais alto os níveis de tau, mais atrofia cerebral o paciente apresentava.

“A presença e o nível desses biomarcadores podem nos dar uma imagem de quão agressiva a doença vai ser, fornecendo informações importantes para intervenções medicinais”, afirma o estudo, que foi um dos primeiros a mostrar que a quantidade de proteína tau no cérebro prevê o declínio cognitivo subsequente ao longo do tempo.

(Imagem: Raman Oza/Pixabay)
(Imagem: Raman Oza/Pixabay)

Os indivíduos no estudo tinham Afasia Primária Progressiva, que geralmente é causada por uma forma precoce de Alzheimer. Nessa condição, as partes do cérebro que controlam a linguagem e a fala se degeneram. A descoberta sobre o declínio preditivo de patologias neurodegenerativas também se aplica às formas mais comuns de Alzheimer, nas quais a perda de memória é o sintoma primário.

No estudo, os cientistas mediram os níveis de proteína tau e testaram os participantes quanto à capacidade de nomear objetos. Eles voltaram um ano depois e foram testados novamente em sua capacidade de nomeá-los. Quanto mais concentração de tau eles tinham, maior era probabilidade de prejuízo cognitivo, apresentando declínio para lembrar dos nomes dos objetos durante os testes. O estudo completo pode ser acessado aqui.

Fonte: Canaltech

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