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Nova técnica de exame de sangue detecta possíveis doenças neurodegenerativas

·1 minuto de leitura

Um novo estudo do King's College London (Reino Unido) em colaboração com a Lund University (Suécia) apontou que um biomarcador pode indicar com precisão a presença de doenças neurodegenerativas.

Para entender isso, o estudo contou com mais de 3 mil pessoas. Tudo é baseado nos níveis que uma proteína chamada neurofilamento de cadeia leve apresenta no sangue. Esses níveis podem identificar a possibilidade de doenças neurodegenerativas, como síndrome de Down e Alzheimer, por exemplo. Com isso em mente, a pesquisa determinou um conjunto de níveis de corte de neurofilamento de cadeia leve que poderia trazer as informações por meio de um simples exame de sangue.

Os biomarcadores atuais usados ​​para identificar doenças neurodegenerativas são retirados do fluido que envolve o cérebro e a coluna vertebral, que deve ser extraído por meio de um procedimento invasivo e doloroso, chamado punção. A proposta do estudo é trazer uma alternativa bem menos invasiva.

(Imagem: allinonemovie/Pixabay)
(Imagem: allinonemovie/Pixabay)

Ao todo, o estudo examinou 3.138 amostras, que incluíram pessoas sem deficiência cognitiva, pessoas com doenças neurodegenerativas, pessoas com síndrome de Down e pessoas com depressão. O estudo mostrou que as concentrações de neurofilamento de cadeia leve no sangue eram maiores em todos os voluntários com distúrbios neurodegenerativos em comparação com aqueles sem problemas cognitivos, sendo a maior em pessoas com síndrome de Down e demência.

O estudo completo pode ser acessado gratuitamente.

Fonte: Canaltech

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