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Nova plataforma mostra se link é confiável ou se foi criado para roubar dados

Stephanie Tondo
·2 minuto de leitura

Às vésperas da Black Friday, os consumidores ganharam uma nova ferramenta para evitar cair em golpes na hora de aproveitar as ofertas. Por meio do site Eu Alerta, o cliente poderá conferir se um link é idôneo ou se foi criado com o propósito de roubar os dados dos usuários.

Para verificar se um site está praticando phishing, ou seja, está tentando roubar os dados dos consumidores, basta copiar e colar o link suspeito na ferramenta eualerta.compreconfie.com.br, deixar um e-mail para contato, caso deseje, e depois receber um retorno sobre a procedência do endereço online.

A iniciativa foi criada pela empresa de soluções antifraude ClearSale, por meio do Threat Explorer, iniciativa do hub de inovação da companhia, e a Neotrust/Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce.

Segundo a Kapersky, empresa de cibersegurança, as tentativas de fishing aumentaram 9% na América Latina, entre 29 de outubro e 18 de novembro. De acordo com Fabio Assolini, analista sênior do time de investigação e análise, foram bloqueadas 5.936.074 tentativas de acesso a sites de phishing na América Latina nesse período, uma média de 196 detecções por minuto.

Phishing é a prática adotada pelos criminosos para roubo de dados dos cidadãos. O nome 'phishing' tem relação com o termo em inglês, que significa pescaria, uma vez que os golpes têm como objetivo induzir a vítima a "morder a isca" e informar seus dados voluntariamente.

O mais comum é que fraudadores se passem por bancos ou empresas de cartão de crédito solicitando informações sensíveis, como senhas e dados de cadastro, ou mesmo solicitando a instalação de falsos softwares de segurança, etc. Em épocas como a Black Friday, é comum que os criminosos enviem links simulando promoções ou usando o nome de lojas conhecidas para atrair os consumidores.

Com os dados dos usuários, as quadrilhas conseguem realizar compras no e-commerce, fazer pedidos de empréstimos, aberturas de contas bancárias, solicitações de cartões de crédito, entre outras atividades que resultam em prejuízo para a vítima.