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Nova onda da covid-19 na Europa e na Ásia é alerta para o Brasil, diz Fiocruz

·3 min de leitura

Em alguns lugares, a pandemia da covid-19 parecia ter sido superada, como em países da Europa e da Ásia. No entanto, uma nova onda de casos do coronavírus SARS-CoV-2 voltou a atingir estas nações. É o caso da Alemanha, que registrou mais de 50 mil novos casos de covid, em 24 horas, pela primeira vez desde a descoberta do vírus. Agora, pesquisadores da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) alertam para a necessidade de atenção do Brasil para o controle epidemiológico.

Na sexta-feira (12), a última edição do Boletim Observatório Covid-19, da Fiocruz, apontou para os riscos do aumento de casos da doença em outros continentes para o Brasil e os desafios que ainda precisam ser superados nacionalmente, como a ampliação da vacinação.

Nova onda de casos da covid-19 na Europa e na Ásia deve servir como alerta para o Brasil (Imagem: Reprodução/Halfpoint/Envato)
Nova onda de casos da covid-19 na Europa e na Ásia deve servir como alerta para o Brasil (Imagem: Reprodução/Halfpoint/Envato)

“Diante deste novo cenário, o boletim coloca em pauta o debate sobre a necessidade de manutenção das medidas de distanciamento físico e de proteção individual no Brasil e ressalta a desaceleração do ritmo de vacinação de primeira dose contra a covid-19 no país”, explicou o boletim da Fiocruz.

Segundo os pesquisadores, embora os dados recentes no Brasil indiquem a tendência geral de queda dos indicadores monitorados — como novos casos, hospitalizações e óbitos —, é importante destacar que a pandemia da covid-19 não acabou e que o risco de recrudescimento permanece. Inclusive, há risco durante a temporada de festas e de férias, marcadas pela alta circulação e concentração de pessoas em diversos ambientes.

Situação da Europa e da Ásia contra a covid-19

Na última semana do mês de outubro, a Europa e a Ásia Central foram responsáveis por 59% de todos os novos casos da doença e 48% dos óbitos. Em números, foram quase 1,8 milhão de novos casos e 24 mil novas mortes relatadas em decorrência do coronavírus.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), se a tendência de alta se manter, essas regiões poderão registrar mais meio milhão de óbitos por covid-19 até fevereiro de 2022. Além disso, 43 países enfrentarão novamente o risco de colapso nos sistemas de saúde.

Hoje, os casos graves da doença têm se concentrado entre grupos não vacinados, especialmente em países com baixa cobertura vacinal. Isso faz com que novas políticas públicas sejam necessárias para estimular a imunização contra o coronavírus.

Brasil precisa ampliar a vacinação contra a covid-19

Brasil deve alavancar vacinação contra a covid-19 (Imagem: Reprodução/Markusgann/Envato Elements)
Brasil deve alavancar vacinação contra a covid-19 (Imagem: Reprodução/Markusgann/Envato Elements)

De acordo com o Boletim da Fiocruz, é fundamental alcançar o patamar de 80% de cobertura vacinal completa da população. Nesta segunda-feira (15), o Brasil registrava 59,75% da população com o esquema vacina completo, o que representa 127,85 milhões de brasileiros imunizados contra a covid-19.

Este número é composto, em maioria, por adultos. Para os cientistas, "é equivocado pensar que, apenas com a população adulta vacinada adequadamente, é possível a retomada irrestrita de hábitos que resultam na aglomeração de pessoas”. E complementam: “Temos a possibilidade de chegar a uma cobertura de 86% da população, somente considerando adolescentes e adultos, e não podemos considerar satisfatória uma estagnação”.

Além disso, é preciso acelerar a imunização com a primeira dose, o que pode ser impulsionador pela adoção de novas estratégias, como a exigência do certificado de vacinas. Outra barreira é a imunização de crianças — hoje, não existem vacinas disponíveis —, mas o grupo representa 14% da população.

Para acessar o boletim completo da Fiocruz, clique aqui.

Fonte: Canaltech

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