Mercado fechará em 2 h 45 min
  • BOVESPA

    109.497,80
    +1.484,33 (+1,37%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.830,00
    +6,77 (+0,01%)
     
  • PETROLEO CRU

    87,49
    +0,53 (+0,61%)
     
  • OURO

    1.846,00
    +2,80 (+0,15%)
     
  • BTC-USD

    43.249,43
    +1.415,41 (+3,38%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.029,03
    +33,77 (+3,39%)
     
  • S&P500

    4.592,45
    +59,69 (+1,32%)
     
  • DOW JONES

    35.429,24
    +400,59 (+1,14%)
     
  • FTSE

    7.576,83
    -12,83 (-0,17%)
     
  • HANG SENG

    24.952,35
    +824,50 (+3,42%)
     
  • NIKKEI

    27.772,93
    +305,70 (+1,11%)
     
  • NASDAQ

    15.330,00
    +296,50 (+1,97%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1380
    -0,0294 (-0,48%)
     

Nova integrante do TSE foi uma rara escolha de Bolsonaro que agradou da esquerda à direita

·1 min de leitura

A nomeação de Maria Claudia Bucchianeri para o cargo de ministra substituta do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) foi uma das poucas escolhas do presidente Jair Bolsonaro que agradaram a gregos e troianos: do PCdoB ao PSL, passando por Centrão, coletivos feministas e comunidade evangélica. O aval vindo de grupos tão distintos está ligado à atuação suprapartidária da ministra, que já advogou para nomes como o ex-presidente Lula (PT); o ex-governador do Rio, Wilson Witzel, que era do PSC; o líder do PSL na Câmara, Major Vitor Hugo; e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL).

— Nunca misturei política com advocacia. Muita gente achou que advogar para o Lula seria um impeditivo (para ser nomeada por Bolsonaro) e acabou não sendo — disse a ministra em entrevista ao GLOBO.

Nascida em Brasília, filha de engenheiro com pedagoga, Maria Claudia é considerada de perfil discreto e com pouca exposição em assuntos políticos. No ano que vem, será responsável por julgar as propagandas dos candidatos à Presidência, o que inclui alegações de descumprimento de normas, ofensas pessoais e fake news.

Fã da filósofa e escritora Djamila Ribeiro e nona mulher a integrar o plenário da Corte eleitoral em 89 anos, Maria Claudia quer levar um “olhar feminista para o TSE”.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos