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Nova foto revela "aranha cósmica" formadora de estrelas; veja!

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O European Southern Observatory (ESO) divulgou uma nova foto da Nebulosa da Tarântula, uma grande região de formação estelar. Divulgada nesta quarta-feira (15), a imagem traz dados de novas observações do telescópio Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA), revelando detalhes da nebulosa que podem ajudar astrônomos a entender como as estrelas massivas determinam a forma da região.

Também conhecida como “30 Doradus”, a Nebulosa da Tarântula é considerada uma das mais brilhantes e ativas regiões de formação estelar em nossa vizinhança galáctica. Ela fica na galáxia da Grande Nuvem de Magalhães, a cerca de 170 mil anos-luz da Terra e, em seu coração, há algumas das estrelas mais massivas conhecidas atualmente — algumas delas têm mais de 150 massas solares!

Confira a nova foto:

Nebulosa da Tarântula em imagem composta, com dados de luz infravermelha e de rádio (Imagem: Reprodução/ESO, ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/Wong et al., ESO/M.-R. Cioni/VISTA Magellanic Cloud survey/Cambridge Astronomical Survey Unit)
Nebulosa da Tarântula em imagem composta, com dados de luz infravermelha e de rádio (Imagem: Reprodução/ESO, ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/Wong et al., ESO/M.-R. Cioni/VISTA Magellanic Cloud survey/Cambridge Astronomical Survey Unit)

Grande parte dos estudos anteriores da nebulosa foi direcionada aoseu centro. Entretanto, já se sabe haver formação estelar ocorrendo em outras áreas, e para entender melhor este processo, a equipe trabalhou com observações de alta resolução de uma grande região da nebulosa. Com o telescópio ALMA, eles mediram a emissão de luz do monóxido de carbono gasoso.

Estes dados permitiram mapear grandes nuvens de gás na nebulosa, que colapsam para formar novas estrelas. A equipe analisou também como elas mudam, conforme grandes quantidades de energia são liberadas pelas estrelas jovens. “Esperávamos descobrir que partes da nuvem mais próxima das estrelas massivas teriam os sinais mais claros da gravidade sendo afetada pelo feedback”, disse Tony Wong, autor que liderou o estudo.

O processo mencionado por ele está relacionado a fragmentos gasosos, que podem ser remanescentes de nuvens que foram rompidas pela energia das estrelas jovens e massivas (o feedback). Originalmente, os astrônomos acreditavam que o feedback tornava o gás destas regiões escasso demais para formar novas estrelas, mas os novos dados mostraram filamentos muito mais densos, onde a gravidade tem papel importante.

“Nossos resultados implicam que, mesmo na presença de forte feedback, a gravidade pode exercer uma forte influência e levar à continuação do processo de formação estelar”, acrescentou Wong. “Ainda há muito a ser feito com este conjunto fantástico de dados, e estamos publicando-o para incentivar outros pesquisadores a realizar novas investigações”, concluiu ele.

Já Guido De Marchi, coautor do estudo, destaca que a nebulosa está próxima o suficiente para estudos detalhados de como as estrelas se formam, e tem propriedades semelhantes àquelas encontradas em galáxias distantes, quando o universo era jovem. “Graças a 30 Doradus, podemos estudar como as estrelas se formavam há 10 bilhões de anos, quando a maioria delas nasceu”, declarou.

O artigo com os resultados do estudo foi publicado na revista The Astrophysical Journal.

Fonte: Canaltech

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