Mercado fechado
  • BOVESPA

    106.858,87
    +1.789,18 (+1,70%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.605,56
    +8,27 (+0,02%)
     
  • PETROLEO CRU

    69,94
    +3,68 (+5,55%)
     
  • OURO

    1.779,40
    -4,50 (-0,25%)
     
  • BTC-USD

    49.211,43
    +211,10 (+0,43%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.279,40
    +19,24 (+1,53%)
     
  • S&P500

    4.591,67
    +53,24 (+1,17%)
     
  • DOW JONES

    35.227,03
    +646,95 (+1,87%)
     
  • FTSE

    7.232,28
    +109,96 (+1,54%)
     
  • HANG SENG

    23.349,38
    -417,31 (-1,76%)
     
  • NIKKEI

    27.927,37
    -102,20 (-0,36%)
     
  • NASDAQ

    15.832,00
    +114,25 (+0,73%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4231
    +0,0278 (+0,43%)
     

Nova estatal de controle aéreo terá 1.698 servidores

·1 min de leitura
Prédio do Ministério da Economia em Brasília

Por Lisandra Paraguassu

BRASÍLIA (Reuters) - O Ministério da Economia publicou no Diário Oficial desta quinta-feira uma portaria alocando 1.698 vagas de servidores para a nova estatal criada pelo governo, Brasil Serviços de Navegação Aérea S.A (NAV Brasil), que irá cuidar dos serviços de controle aéreo no país.

De acordo com a portaria, esse limite pode ser formado por servidores concursados, realocados de outras funções, militares colocados à disposição da estatal, funções comissionadas e contratados, entre outros. Na lei que criou a empresa, a previsão é de que os servidores sejam contratados pela CLT, mas depois de passarem por concurso público.

A nova estatal foi criada em dezembro de 2020 a pedido dos militares, e é resultado da divisão da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), que cuida da administração dos aeroportos ainda não privatizados no país.

O governo alega que não terá custos para a implementação da NAV, mas no orçamento de 2021 foi incluído pelos parlamentares uma previsão de 25 milhões de reais para capitalização inicial da empresa.

A NAV foi a primeira estatal a ser criada pelo governo de Jair Bolsonaro, e vai na contramão da promessa do ministro da Economia, Paulo Guedes, de terminar o primeiro ano de governo com grandes privatizações. Estavam na mira, por exemplo, a venda da Eletrobras e dos Correios.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos