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Nova empresa da Sony fornecerá lasers espaciais para satélites

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Nova empresa da Sony fornecerá lasers espaciais para satélites (Foto: Getty Images)
Nova empresa da Sony fornecerá lasers espaciais para satélites (Foto: Getty Images)
  • A tecnologia da Sony vai ser usada na comunicação entre satélites e estações em terra;

  • A ideia é reduzir os eventuais problemas que ocorrem na comunicação via rádio;

  • Hoje há quase 12 mil satélites em órbita da Terra.

Uma nova companhia criada pela Sony vai construir e comercializar aparelhos que permitem que pequenos satélites em órbita se comuniquem entre si por meio de lasers. Concebida e batizada nesta quarta feira (1), a Sony Space Communications vai usar a tecnologia para evitar os eventuais problemas que ocorrem em frequências de rádio.

A ideia é otimizar a comunicação dos satélites entre si, e também dos objetos espaciais com estações em terra.

Devido a redução nos custos de lançamento, empresas como a Amazon e SpaceX estão montando vastas redes de satélites de órbita baixa para oferta de serviços de internet ao redor do globo. Com isso, hoje há quase 12 mil satélites em órbita da Terra. Um número que deve crescer ainda mais nos próximos anos.

“A quantidade de dados usados em órbita está aumentando a cada ano, mas as frequências de rádio disponíveis são limitadas”, afirmou o presidente da nova empresa, Kyohei Iwamoto, em comunicado.

A nova empresa da Sony não seria pioneira na tecnologia, uma vez que a companhia de Elon Musk, Space X, já produz seus próprios dispositivos de comunicação via laser e lançou os primeiros para sua rede de satélites Starlink no final do ano passado.

Satélites de Musk são considerados uma ‘ameaça’ na China

A empresa de banda larga de Elon Musk, Starlink, e a sua constelação de satélites, se transformaram em alvo de debate sobre segurança nacional na China. Por entenderem que os aparatos espaciais representam uma ameaça à defesa do país, cientistas das Forças Armadas chinesas pedem que o governo trabalhe no desenvolvimento de uma arma capaz de destruir os equipamentos. Um dos primeiros passos recomendados é analisar a empresa do ponto de vista militar.

Uma das preocupações da equipe é que cargas militares possam ser lançadas ao espaço junto aos satélites. Para monitorar essa possibilidade, os cientistas sugerem a criação de um sistema de vigilância capaz de rastrear cada equipamento espacial da Starlink.

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