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'Nossos olhos se conhecem de anos', diz Alinne Moraes sobre trabalhar com o ex, Cauã Reymond

·3 minuto de leitura

Aos 38 anos, Alinne Moraes está às vésperas de viver mais uma protagonista no horário nobre da TV. Coisa que ela tira de letra. Em “Um lugar ao sol”, prevista para entrar no ar em novembro, depois de ser adiada algumas vezes por causa da pandemia, Alinne interpretará Bárbara, uma moça que sonha construir uma família e ser mãe. A personagem também é depressiva, um pouco bipolar e namorada de Cauã Reymond, detalhe que vem movimentando a internet e rendendo bons posts nas redes sociais do galã. “Na labuta com a ex”, escreveu ele dia desses ao compartilhar uma foto ao lado de Alinne.

No começo dos anos 2000, os atores formavam um dos casais mais festejados do showbiz nacional. “É engraçado que a gente se reconhece em muitos momentos, o olhar... Para a novela, isso é ótimo. Vai gerar um interesse extra do público, atiçar a curiosidade das pessoas”, observa a paulista, casada com Mauro Lima, diretor de cinema.

A seguir, confira trechos da entrevista com a paulista de Sorocaba.

Na trama “Um lugar ao sol”, você e Cauã Reymond formam um par romântico. É tranquilo trabalhar com o ex? Ficaram amigos?

As relações têm que terminar com respeito e amor. A nossa foi assim. Tínhamos o mesmo empresário, muitos amigos em comum, então continuamos nos vendo. Mas voltamos a nos encontrar mesmo quando trabalhamos juntos no filme “Tim Maia”, dirigido pelo meu marido. Mauro estava escalando o elenco e me perguntou se tinha algum problema caso ele convidasse o Cauã para ser meu ex-namorado no longa. Eu disse que ele era perfeito para o papel. E assim foi... Iniciamos as leituras, a preparação e estabelecemos uma nova relação, uma nova parceria, e graças ao meu marido. Nossos olhos se conhecem de anos, e essa intimidade dá para ver no vídeo. Estamos felizes e empolgados com a oportunidade de estarmos unidos novamente para contar uma linda história.

Você também parece se dar muito bem com a mulher do Cauã, a modelo Mariana Goldfarb.

A expectativa por rivalidade entre mulheres é natural. Não deveria, mas a sociedade espera por isso. Dá dinheiro para algumas revistas, sites e meios de fofoca. Infelizmente, vende-se muito mais as inimizades do que as amizades. Mas a Mari é tão linda, tão madura para a idade (a modelo tem 31 anos)... Sempre a segui no Instagram, antes mesmo de namorar o Cauã. É uma menina alto-astral e bem-resolvida. No ano passado, fomos gravar cenas de “Um lugar ao sol” em Praga, e a Mari foi com o marido. Esse contato foi muito importante para o trabalho. O apoio que ela dá ao Cauã é essencial.

Você só foi conhecer seu pai aos 22 anos. De que forma a ausência dele te marcou?

Na verdade, não sei como seria a vida com um pai presente. Minha mãe era nova, ele era também. E provavelmente cometeu erros e não assumiu a situação como ela gostaria. Aos 9 anos, eu ficava imaginando o quão vergonhoso deveria ser para ele ter me abandonado. E que quanto mais o tempo passava, mais vergonha ele deveria sentir. Quando finalmente nos encontramos, a primeira frase que meu pai me disse foi: “Tenho vergonha”. Nunca o julguei.

Quando menina, sentia falta de ter um pai próximo?

Sentia falta de conhecer sua mão. É muito louco. Tanto que em nosso primeiro encontro, fiquei um tempão olhando para sua mão. Na novela “Além do tempo”, fiz uma personagem que também não conhecia o pai. Numa cena, ela caía e seu pai vinha com a mão. Chorei tanto. O mais lindo da arte é transformar o que é feio em momentos mágicos. A arte cura. O simbólico nos transforma, preenche lugares.

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