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Nosso cérebro pode expandir e encolher conforme a estação do ano, diz estudo

·2 minuto de leitura

Alguns cientistas vêm defendendo que o cérebro pode mudar de estação para estação e até mesmo encolher durante esse processo. As informações vêm de um estudo recente do Olin Neuropsychiatry Research Center em Hartford, Connecticut (EUA), que buscou explicar como a parte mais enigmática do corpo humano reage com o passar das estações.

Os pesquisadores examinaram imagens cerebrais (por ressonância magnética) de mais de 3 mil pessoas para observar quais mudanças podem ocorrer naturalmente ao longo do ano. Basicamente, o grupo descobriu que o tamanho do cérebro muda conforme as estações, mas nem todas as partes do cérebro mudam da mesma maneira.

Segundo a análise, várias regiões do cérebro tornam-se menores durante o verão e maiores durante o inverno, afetando funções complexas como aprendizagem, motivação, decisões e processamento emocional e sensorial. Por outro lado, uma região do cérebro mostrou um oposto: o cerebelo, que fica maior no verão e menor no inverno. A área é responsável por coordenar a fluidez de movimentos complexos, postura, equilíbrio e funções cognitivas.

(Imagem: iLexx/envato)
(Imagem: iLexx/envato)

Os especialistas explicam que um cérebro maior permite uma rede de células cerebrais mais extensa e melhor poder de processamento para funções cognitivas complexas, e que o redimensionamento cerebral sazonal poderia ter consequências funcionais, explicando uma evidência já existente de cognição reduzida no inverno. Mas mais importante que tamanho é a própria estrutura do cérebro (ou seja: como as células cerebrais são organizadas e conectadas).

Por enquanto, a causa real dessas mudanças de estação para estação ainda não está clara, mas uma possibilidade é que o fluxo sanguíneo em todo o cérebro flutua com a pressão atmosférica, que normalmente é mais baixa no verão e mais alta no inverno. As mudanças de pressão afetam a disponibilidade de oxigênio no ar, exigindo que o corpo ajuste o fluxo sanguíneo para o cérebro, alterando assim seu tamanho. Achou interessante? Confira o estudo completo aqui.

Fonte: Canaltech

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