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Nos EUA, mercado de arte volta a aquecer com leilões milionários

·1 min de leitura
Um conjunto de obras foi arrematado por US$ 332 milhões na quinta-feira (11), o equivalente a R$ 1,82 bilhão. Foto: Getty Images.
Um conjunto de obras foi arrematado por US$ 332 milhões na quinta-feira (11), o equivalente a R$ 1,82 bilhão. Foto: Getty Images.
  • Na última semana, a casa de leilões Christie's está recebendo diversos visitantes;

  • Mesmo em meio à pandemia, o mercado de artes, assim como o interesse público, cresceu;

  • A coleção de arte de Ed Cox, magnata norte-americano, foi leiloada por US$ 332 milhões.

A sede da casa de leilões Christie’s, em Manhattan, está recebendo diversos visitantes na última semana. No local está se realizando um dos maiores eventos do mercado de arte, a temporada de outono e também os primeiros leilões abertos ao público desde o começo da pandemia.

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Mesmo em meio à hecatombe, parece o que o mercado artístico cresceu, e o interesso público aumentou. Parte considerável dos visitantes parece estar ciente da oportunidade única de apreciar peças de artistas como Pablo Picasso e Marc Chagall.

Entre algumas das coleções e peças presentes estão obras pertencentes a empresários e magnatas, como Ed Cox, cujo conjunto de obras foi arrematado por US$ 332 milhões na quinta-feira (11), o equivalente a R$ 1,82 bilhão.

Outra coleção colocada à venda é a de Harry Macklowe: resultado do divórcio do bilionário investidor imobiliário, em 2018, então dono de 65 obras avaliadas em mais de US$ 600 milhões, ou seja, cerca de R$ 3,28 bilhões, a serem leiloadas na Sotheby's.

É o valor mais alto até hoje da casa de leilão, e será dividia em duas etapas. A primeira acontecerá na próxima segunda-feira, enquanto a outra será realizada em maio.

As informações são do El País.

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