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Nos EUA, conselho trabalhista acusa Amazon de demissão ilegal de funcionário

·1 min de leitura
Para agência de relações trabalhistas, a Amazon demitiu ilegalmente um funcionário. Foto: Getty Images.
Para agência de relações trabalhistas, a Amazon demitiu ilegalmente um funcionário. Foto: Getty Images.
  • Segundo o Conselho Nacional de Relações Trabalhistas (NLRB) dos EUA, a Amazon demitiu ilegalmente um de seus funcionários;

  • De acordo com o órgão, Daequan Smith foi demitido porque fazia parte do Sindicato Trabalhista da Amazon (ALU);

  • A porta-voz do NLRB afirma que as alegações de demissão ilegal expostas pela ALU têm mérito para se tornar uma queixa formal.

Parece que Amazon está no olho do furacão novamente. E mais uma vez por causa de abusos profissionais.

De acordo com o Conselho Nacional de Relações Trabalhistas (NLRB) dos Estados Unidos, um funcionário de um depósito da empresa em Nova York foi demitido ilegalmente. Como postura, a agência está preparando uma denúncia contra a companhia de Jeff Bezos.

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O trabalhador em questão é Daequan Smith, que também é um dos organizadores do Sindicato Trabalhista da Amazon (ALU). Ao que tudo indica, o empregado foi demitido exatamente por se sindicalizar.

Kayla Blado, porta-voz do NLRB, diz que a diretora regional da agência certificou que as alegações de demissão ilegal expostas pela ALU contêm mérito para virar uma queixa formal.

Segundo ela, a queixa reivindicará que a demissão se deu por causa do sindicato e mais atividades que são protegidas. A ALU também afirma que depois de ser mandado embora, o ex-funcionário foi despejado de casa.

Até o momento não se sabe o caminho judicial para a Amazon, mas o NLRB tem autoridade para reintegrar empregados demitidos de forma ilegal.

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