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Nos EUA, 4,4 milhões de pessoas largaram os empregos em setembro

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Placa de contratação em frente a uma loja da Fedex. Foto: Getty Images.
Placa de contratação em frente a uma loja da Fedex. Foto: Getty Images.
  • De acordo com pesquisa, o número de setembro é maior que o de agosto, quando 4,3 milhões deixaram os trabalhos;

  • Como efeito, muitas empresas estão lutando para conseguir funcionários e mantê-los nos empregos;

  • No relatório divulgado, 6,6% dos trabalhadores dos setores de acomodação e alimentação pediram demissão em setembro.

Os pedidos de demissão nos Estados Unidos atingiram um número recorde no mês de setembro, com cerca de 4,4 milhões de norte-americanos deixando os empregos.

Entre alguns dos motivos por trás da debandada estão propostas de melhores trabalhos e o crescimento de casos de Covid-19 em algumas regiões do país, pressionando, por exemplo, a necessidade de cuidados infantis e a segurança de funcionários.

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De acordo com a pesquisa mensal do Bureau of Labor Statistics, divulgada na sexta-feira (12), o número é superior ao recorde antecedente, de agosto, quando 4,3 milhões de pessoas deixaram os empregos, ou seja, cerca de 2,9% da força de trabalho. 

Ainda em comparação, antes da primeira grande onda de Covid-19, em fevereiro de 2020, 2,3% haviam pedido demissão.

Como efeito, muitas empresas estão desesperadas para contratar novos funcionários e mantê-los no emprego, aumentando, portanto, orçamentos para pagar salários maiores, e criando o que é considerada a situação de trabalho “mais amigável” da história recente do país.

O forte mercado de ações, somado aos cheques de estímulo e outros benefícios, ajudou os trabalhadores a aumentarem as suas próprias economias, possibilitando largarem trabalhos indesejados e até se aposentarem.

No relatório divulgado, 6,6% dos trabalhadores dos setores de acomodação e alimentação pediram demissão em setembro, acima de qualquer outra área. 

Enquanto isso, os campos com maiores porcentagens também incluem comércio, transporte e serviços públicos, assim como varejo, lazer e hotelaria. Há também áreas das artes, do entretenimento e restaurantes.

As informações são da Bloomberg.

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