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Norte-americanos vão comer salmão geneticamente modificado

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Norte-americanos vão comer salmão geneticamente modificado
Norte-americanos vão comer salmão geneticamente modificado

O salmão geneticamente modificado vai fazer sua estreia no prato dos norte-americanos. Esse peixe é o primeiro animal alterado a ser liberado nos Estados Unidos para consumo humano. A primeira safra começou esta semana, depois de atrasos por causa da pandemia da Covid-19.

O salmão foi projetado pela empresa de biotecnologia AquaBounty Technologies Inc. Quem vai preparar o alimento são restaurantes e outros serviços de entrega de refeições, justamente estabelecimentos que não precisam rotular a comida como geneticamente modificada.

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De acordo com Sylvia Wulf, CEO da empresa, essa safra irá para o meio-oeste e a coste leste dos Estados Unidos. Mas, apenas uma distribuidora anunciou a venda do salmão publicamente, a Samuels and Son Seafood, da Filadélfia.

Os peixes foram criados em uma fazenda em Albany, no estado de Indiana. Eles crescem duas vezes mais rápido que o salmão selvagem e chegam ao tamanho do mercado, entre 3,6 e 5,4 quilos em um ano e meio, ao invés de três anos.

salmão geneticamente modificado eua
Sylvia Wulf com o salmão geneticamente modificado em mãos. Imagem: AquaBounty Technologies vis AP

Originalmente, a empresa iria recolher os bichos no final de 2020. Segundo Wulf, o atraso se deu por causa da redução de demanda e do preço de mercado do salmão no Atlântico, ocasionados pela pandemia de coronavírus. “Estamos muito animados agora. Cronometramos a colheita com a recuperação da economia e sabemos que a demanda vai continuar crescendo”, disse.

A CEO afirma que a maior parte do salmão consumido nos Estados Unidos é importada, tornando sua versão alterada uma fonte doméstica não apenas sazonal. Ela ainda garante que seu peixe é livre de doenças e antibióticos, além de ter pegada de carbono reduzida e sem risco de poluir ecossistemas marinhos.

Por sua vez, defensores ambientais criticam a produção do peixe geneticamente modificado. A Aramark foi uma das empresas a negar a venda do salmão, destacando preocupações com o meio ambiente e impactos nas comunidades indígenas que pescam o animal selvagem, em prática sustentável.

Via: Phys

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