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Nokia 808 enfrenta Xiaomi Mi 11 Ultra e prova que a idade chega para todos

·3 minuto de leitura

Lançado em meados de 2012, o Nokia 808 PureView marcou a história dos smartphones ao apresentar, na época, o maior sensor fotográfico presente em um celular, se destacando pela enorme resolução de 41 MP. E depois de tantos anos ainda resta uma pergunta: como será que um dos mais importantes smartphones se desempenha 9 anos após seu lançamento?

O site GSMArena realizou um interessante comparativo para detalhar como o Nokia 808 de 2012 lida com quase uma década de evolução ao lado do poderoso Mi 11 Ultra, celular mais robusto da Xiaomi até o momento.

Antes de tudo já é possível notar uma curiosa semelhança entre dois modelos: o enorme módulo de câmera para abrigar sensores tão poderosos. Enquanto todo o conjunto do Nokia 808 oferece apenas um sensor fotográfico, a evolução de nove anos fez com que mais lentes fossem utilizadas em um smartphone para maior versatilidade.

Nokia 808 PureView é comparado com um novíssimo Xiaomi Mi 11 Ultra (Imagem: Reprodução/GSMArena)
Nokia 808 PureView é comparado com um novíssimo Xiaomi Mi 11 Ultra (Imagem: Reprodução/GSMArena)

O Nokia 808 PureView adota um sensor com tamanho de 1/1,2 polegada, com resolução de 41 MP, pixels de 1,4µm e tradicional matriz de filtro Bayer. Já o Mi 11 Ultra oferece um sensor com 1/1,12 polegada, 50 MP de resolução e pixels 1,4µm, mas matriz Quad Bayer que produz imagens 4 para 1 em compartimentos com aproximadamente 12,5 MP.

Por conta de o Nokia 808 não oferecer lente dedicada para zoom ou ultrawide, o comparativo foca apenas na lente principal do Mi 11 Ultra.

Já de dia o Nokia 808 PureView mostra suas grandes limitações de quase 10 anos: a abertura menor permite menos passagem de luminosidade, resultando em fotos mais escuras mesmo em ambientes muito claros. O alcance dinâmico também é prejudicado, uma vez que a inteligência artificial tem sido muito utilizada em fotografia para expandir as capacidades de identificar áreas claras e escuras para balancear melhor as imagens.

As fotos mais coloridas e nítidas do Mi 11 Ultra também se devem ao uso de sensor, lente e software de última geração lançados ainda em 2021, características que ficam datadas depois de poucos anos e que pioram ainda mais depois de quase uma década.

Mas se em boas condições de luminosidade o Nokia 808 já sofria, é em cenários mais escuros que vemos como sensores maiores aliados a lentes mais cristalinas e fotografia computacional mais inteligente mudaram em tanto tempo.

Enquanto o modelo da Nokia de 2012 demonstra controle terrível para fotos noturnas, resultando em imagens escuras, granuladas e quase impossíveis de identificar assuntos importantes, o modelo da Xiaomi de 2021 entrega tudo que podemos esperar de um celular do ano: clareza de detalhes em ambientes desafiadores, excelente alcance dinâmico mesmo em picos de brilho, baixo nível de ruído e cores de muito destaque.

Um dia o Nokia 808 já foi a referência no cenário de fotografia em smartphones, mas seu tempo passou e hoje os smartphones vivem de seu legado, com sensores de alta resolução, enormes módulos de câmera e qualidade que usuários vão se lembrar por muitos anos.

Fonte: Canaltech

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