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No Senado, Alcolumbre é cobrado por 'motivo não republicano' para segurar indicação ao STF e rebate: 'Falta de respeito'

·2 minuto de leitura

BRASÍLIA — Em sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nesta quarta-feira, o presidente do colegiado, Davi Alcolumbre, foi cobrado por três senadores para marcar a data da sabatina do ex-advogado geral da União André Mendonça, que foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro em 13 de julho para vaga no Supremo Tribunal Federal (CCJ). E os ânimos se exaltaram quando a cobrança partiu de Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que levantou suspeita de motivos não republicanos que estariam fazendo Alcolumbre segurar a pauta.

A cobrança de Vieira foi feita após os senadores Espiridião Amin (PP-SC) e Jorginho Mello (PL-SC) insistirem, sem sucesso, para obter uma resposta do presidente da CCJ.

— Tem um único motivo republicano para não pautar a indicação de André Mendonça? — indagou Vieira a Alcolumbre, no microfone do plenário.

— Senador Alessandro Vieira, depois que o senhor se tornou candidato, começou com essas frases de efeito. Vossa excelência respeite este senador da República — rebateu o presidente do colegiado.

Vieira, então, afirmou que já cobrava posicionamentos de Alcolumbre antes de assumir o interesse de disputar o pleito de 2022. Alcolumbre, por sua vez, rebateu insistindo na mesma tese.

— O senhor está há alguns meses ofendendo este senador. Peço respeito a um colega senador. Nunca lhe desrespeitei. Vossa Excelência repete falas de efeito depois que se lançou pré-candidato à presidência da República — disse Alcolumbre, encerrando a sessão da CCJ em seguida.

Antes do embate, Alcolumbre havia sido cobrado por Espiridião Amin e por Jorginho Mello, mas, quando recebeu a palavra, ignorou as perguntas e deu continuidade às votações no colegiado. Amin lembrou que o ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski determinou que Alcolumbre se manifeste sobre a demora para pautar a indicação de Mendonça ao STF.

— Antes de explicar ao Lewandowski por que não pauta a indicação do André Mendonça ao Supremo Tribunal Federal, explique para nós senadores, para não termos o constrangimento de ser indagado pelo Judiciário. Nos poupe desse constrangmento, é um pedido que faço — disse Amin, que, momentos depois, foi endossado por Jorginho Mello.

— Faço um apelo (a Alcolumbre) para que diga a data da sabatina de André Mendonça.

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