Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.714,55
    +2.418,37 (+2,28%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.833,80
    -55,86 (-0,11%)
     
  • PETROLEO CRU

    83,66
    -0,10 (-0,12%)
     
  • OURO

    1.809,20
    +2,40 (+0,13%)
     
  • BTC-USD

    62.798,51
    +1.869,29 (+3,07%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.502,82
    +1.260,14 (+519,26%)
     
  • S&P500

    4.566,48
    +21,58 (+0,47%)
     
  • DOW JONES

    35.741,15
    +64,13 (+0,18%)
     
  • FTSE

    7.222,82
    +18,27 (+0,25%)
     
  • HANG SENG

    26.132,03
    +5,10 (+0,02%)
     
  • NIKKEI

    28.600,41
    -204,44 (-0,71%)
     
  • NASDAQ

    15.530,50
    +34,75 (+0,22%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4354
    -0,1454 (-2,21%)
     

No Senado, Alcolumbre é cobrado por 'motivo não republicano' para segurar indicação ao STF e rebate: 'Falta de respeito'

·2 minuto de leitura

BRASÍLIA — Em sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado nesta quarta-feira, o presidente do colegiado, Davi Alcolumbre, foi cobrado por três senadores para marcar a data da sabatina do ex-advogado geral da União André Mendonça, que foi indicado pelo presidente Jair Bolsonaro em 13 de julho para vaga no Supremo Tribunal Federal (CCJ). E os ânimos se exaltaram quando a cobrança partiu de Alessandro Vieira (Cidadania-SE), que levantou suspeita de motivos não republicanos que estariam fazendo Alcolumbre segurar a pauta.

A cobrança de Vieira foi feita após os senadores Espiridião Amin (PP-SC) e Jorginho Mello (PL-SC) insistirem, sem sucesso, para obter uma resposta do presidente da CCJ.

— Tem um único motivo republicano para não pautar a indicação de André Mendonça? — indagou Vieira a Alcolumbre, no microfone do plenário.

— Senador Alessandro Vieira, depois que o senhor se tornou candidato, começou com essas frases de efeito. Vossa excelência respeite este senador da República — rebateu o presidente do colegiado.

Vieira, então, afirmou que já cobrava posicionamentos de Alcolumbre antes de assumir o interesse de disputar o pleito de 2022. Alcolumbre, por sua vez, rebateu insistindo na mesma tese.

— O senhor está há alguns meses ofendendo este senador. Peço respeito a um colega senador. Nunca lhe desrespeitei. Vossa Excelência repete falas de efeito depois que se lançou pré-candidato à presidência da República — disse Alcolumbre, encerrando a sessão da CCJ em seguida.

Antes do embate, Alcolumbre havia sido cobrado por Espiridião Amin e por Jorginho Mello, mas, quando recebeu a palavra, ignorou as perguntas e deu continuidade às votações no colegiado. Amin lembrou que o ministro do Supremo Tribunal Federal Ricardo Lewandowski determinou que Alcolumbre se manifeste sobre a demora para pautar a indicação de Mendonça ao STF.

— Antes de explicar ao Lewandowski por que não pauta a indicação do André Mendonça ao Supremo Tribunal Federal, explique para nós senadores, para não termos o constrangimento de ser indagado pelo Judiciário. Nos poupe desse constrangmento, é um pedido que faço — disse Amin, que, momentos depois, foi endossado por Jorginho Mello.

— Faço um apelo (a Alcolumbre) para que diga a data da sabatina de André Mendonça.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos