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No ‘Prime Day’, dono da Amazon, mais rico do mundo, vira alvo de protestos

Marcus Couto
·2 minutos de leitura
Jeff Bezos: alvo de protestos. (Foto: AP Photo/Elaine Thompson)
Jeff Bezos: alvo de protestos. (Foto: AP Photo/Elaine Thompson)

Entre os dias 13 e 14 de outubro, esquentando seus motores para os fluxos de consumo dos feriados de final de ano, a Amazon lança seu evento anual especial de descontos voltado para usuários “Prime”, que pagam uma mensalidade de R$ 9,90 por uma assinatura que dá benefícios na loja, como frete grátis em alguns casos, e acesso a conteúdos de vídeo, música e games.

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Este ano, a empresa realiza o evento também no Brasil, pela primeira vez.

Mas, no Twitter e em outras plataformas de redes sociais, usuários aproveitaram a data não para consumir, mas para protestar. Contra a empresa e seu fundador, Jeff Bezos, considerado hoje pela Forbes o homem mais rico do mundo.

Figuras de destaque, como o político americano Bernie Sanders, que chegou a lançar uma candidatura à presidência dos Estados Unidos, falaram contra a Amazon e suas práticas de negócio.

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A principal acusação: exploração da força de trabalho, e da posição de poder e monopólio para manipular preços, mesmo de produtos essenciais, durante a pandemia do novo coronavírus.

“Não vamos nos esquecer. Durante a pandemia, Jeff Bezos se tornou US$ 97 bilhões mais rico por aumentar em até 1,000% os preços de itens essenciais e negar pagamento por trabalho perigoso e dispensa por doença para cerca de 450 mil de seus trabalhadores”, escreveu Sanders. “É hora de quebrar a Amazon e taxar os ricos.”

“Você pagou mais pelo Amazon Prime do que a Amazon pagou em impostos”, escreveu outro.

“Lembrando que Jeff Bezos se tornou bilhões mais rico durante uma pandemia que devastou economicamente a classe trabalhadora”, escreveu o perfil da ONG Public Citizen, que monitora as ações de grandes corporações e do governo nos Estados Unidos.

“A Amazon vem cobrando caro por papel higiênico e outros itens essenciais enquanto 30 milhões de americanos estão sem emprego em uma crise histórica. Agora eles querem que você compre um aspirador de pó robô em um ‘feriado’ auto-declarado”, completou o usuário Alex Harman.

Esses perfis pediam o boicote ao dia de descontos. Mas, ao mesmo tempo, muitos outros não pareciam se importar, e compartilhavam nas mesmas redes sociais as melhores promoções que encontravam, e pilhas de caixas de papelão abertas com o símbolo da Amazon, de itens já entregues.

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