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No pós-Brexit, Reino Unido flexibiliza normas para edição genética de cultivos

·1 minuto de leitura
(Arquivo) O ministro britânico do Meio Ambiente, George Eustice, chega ao número 10, de Downing Street, em Londres, sede do Executivo, em 15 de setembro de 2021 (AFP/Daniel Leal-Olivas)

O governo britânico anunciou nesta quarta-feira (29) que quer abrir caminho, na Inglaterra, para o cultivo de plantas geneticamente modificadas para torná-las mais resistentes e nutritivas.

Este projeto será possível com a concretização do Brexit.

Conhecida como mutagênese, esta técnica é diferente da modificação de genes. Ela muda o genoma sem introduzir o gene de uma espécie diferente.

Segundo a legislação europeia, porém, esta técnica também cria organismos geneticamente modificados (OGMs) e está, portanto, sujeita às mesmas normas.

Com a saída britânica da União Europeia, o governo poderá relaxar as normas para facilitar a pesquisa e o desenvolvimento.

De acordo com o Executivo do premiê Boris Johnson, isso poderá levar, por exemplo, a variedades de beterraba resistentes a vírus, o que reduzirá a necessidade de pesticidas químicos.

A edição genética "é uma ferramenta que pode nos ajudar a abordar alguns dos maiores desafios que enfrentamos, em relação à segurança alimentar, mudança climática e perda de biodiversidade", alegou o ministro britânico do Meio Ambiente, George Eustice, em um comunicado.

"Fora da UE, estamos em condições de impulsionar a inovação para ajudar a cultivar safras mais fortes e resistentes à mudança climática. Trabalharemos em estreita colaboração com grupos agrícolas e ambientais para garantir que sejam aplicadas as normas adequadas", acrescentou.

Esta decisão surge, apesar dos resultados de uma consulta pública em que 87% dos entrevistados manifestaram preocupação com esta técnica.

Liz O'Neill, diretora do grupo GM Freeze, contrário aos alimentos GM, teme que o Reino Unido esteja abandonando uma "rede de segurança" que protegia o consumidor.

O governo também planeja revisar a regulamentação dos OGMs no longo prazo, mas destaca que será permitida a comercialização de alimentos geneticamente modificados somente se for considerado que não representam um risco à saúde.

pau-acc/bl/tt

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